segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

REFLEXÃO PELO ABSURDO: QUAL É O ANTÍDOTO CONTRA A CORRUPÇÃO?

Plinio Sales
As pessoas que se julgam responsáveis, até certo ponto, tem a força de vontade para encontrar a fórmula para acabar com a corrupção que grassa em todas as sociedades do mundo inteiro. Está em todos os segmentos e setores, principalmente no foco do servidor público, em função do seu poder de aplicar as leis coercitivas e controladoras de comportamentos não éticos.
Você deve ter sido abordado por um fiscal de estrada advogado, algum tipo de concessão de facilidade por uma contrapartida financeira. Todos os que conheço já foram: do arresto de motos, ameaça de recolher o carro, demora de algum processo e outras avenças. Essa atitude já está sendo considerada nas regras normais de comportamento social. Tem indivíduos que já carrega na carteira um certo valor que é para o guarda.
Onde está a raiz disso tudo. Qual o comportamento que é causa dessa base que promove esses procedimentos vejo duas causas:
1.    Excesso de leis e,
2.    Má remuneração do servidor público.
Então, como diz Balzac, diante de uma força de sedução o mais correto é ceder.
Então para acabar com a corrupção tão em voga, bastaria:
1.    Cancelar todas as leis, deixando o cidadão livre por conta da sua própria consciência e,
2.    Dobrar os salários de todos os funcionários públicos, limitando a soma do total dos salários a 75% o valor orçamentário do órgão que o emprega, ou, mais radical, mandar todos os servidores públicos para casa, mandando-lhes os seus salários em casa.
Ai começaríamos do princípio.
1.    Ensinar comportamento ético em todas as escolas, a partir dos livros religiosos e,
2.    Instituir novas escolas de capacitação dos funcionários públicos encostados, obrigando-os a novamente se habilitarem a nova ordem comportamental de servidor público, a partir de um novo manual de comportamento.
Novamente, vamos encontrar com as raízes. Quem irá tratar de fazer essa reforma tão radical? Como escolher essa equipe maravilhosa de reputação e caráter ilibados, ficha limpa total? Será que encontraremos esses reformadores no céu, ao lado do pai? Quantos serão precisos? Quem vai tratar de organizá-los e treiná-los par exercer as novas funções.
Por tudo chega-se a triste conclusão que não temos condições de resolver o problema, assim diante desse fato concreto só resta ceder o ensinamento de Balsac – Ceder e aceitar a corrupção com uma regra social.
Ai, voltamos a qualificar o custo e o benefício social da corrupção. Tenho aconselhado que corrompa até 5% do orçamento e aceito se o gestor mostrar produtividade social. Só vale aquele que rouba, mas faz, Tipo Ademar de Barros de velha memória e, atual do Maluf na boca do povo. Então meu caro Genesco, como faria se estivesse sentado ao lado DELLE.

Rio de Janeiro, 30 de setembro de 2011

CLASSIFICAÇÃO ÉTICA DE PROCEDIMENTOS PROFISSIONAIS RATING PLATAFORMA DE SAN DIEGO

Plinio Sales

O nosso caminho da plataforma de San Diego passa pelo Roberto Faria, seu seguidor profissional. Por recomendação da ONG Usuário do sistema do pastor Augusto me associei a sua sub-plataforma. Tomei conhecimento da existência de plataforma com a consulta sobre veracidade de operações financeiras milagrosas. Onde com base em títulos soberanos do Brasil se fazia uma alavancagem e, se criava um mundo de riquezas fluxométricas por 10 meses, duas vezes renováveis, onde todos ganhavam numa loteria internacional, defendido por várias causas, nunca bem classificadas.
Também ganancioso, entrei na roda, em principio para ajudar o Pastor Augusto, depois para nos ajudar mesmo. A partir daí acrescentei na rota Antonio/Ana/Antonio o nosso rabicho Vitor/Diogo/Usuário/Plinio fazendo a corrente da sorte. Nos associamos a tripla Blair/Kovak/Harrington brilhantemente defendidos pelo Antonio. No afã de acerta organizamos um sistema de trabalho investindo tempo e talento no negócio. A primeira experiência foi um fracasso. O Kozak declarou que a plataforma não era séria, queria roubar os títulos dele para fazer não sei o que. Chegou a produzir atos lamentáveis de invasão de escritório com ameaças físicas a funcionários do Dr. Harrington. Todos julgaram esses atos intempestivos e sem razão: loucura do picareta Kozak. Até eu me envolvi com ele e tive uma saia justa no Banco Central.
Agora me pergunto – o Kozak tinha razão? Ainda não sei responder. Deixei a porta aberta para conversar com ele a qualquer tempo, até porque pretendo recuperar o investimento que fiz nele.
Tudo isso vem a propósito por causa da criação de uma senhora como figura de ficção Sherlockiana que “de repente se retira do cenário e vai cuidar da mãe que está a morte no leito de hospital fora de San Diego” e demora a reassumir o cargo.
Com isso para tudo e todos os agentes ficam congelados nos hotéis com contratos assinados com cara de palhaço esperando a Irene e um novo furacão sem vento. Tal procedimento nem o Kosak seria capaz de planejar, porque ele é mais direto: “Querem roubar os meus títulos!”
Quem de bom senso pode acreditar que uma grande organização (plataforma) fique paralisada em operação de bilhões de dólares porque a Irene sumiu no vento, porra, em todos os cursos de MBA, por mais barato que seja, o de Harvard, jamais teria uma lição que examinasse essa fórmula de absenteísmo.
Outro pergunta: Quem é essa plataforma – Tem chefe, tem endereço, está registrada nos órgãos legais, está autorizada a funcionar legalmente, sofre fiscalização do FED? Os contatos são feitos via Novak e Blair, seus verdadeiros porta-vozes, mas que na hora “H” não sabem de nada!
Nós do Brainbank e que somos o primeiro contratante com o proprietário do título e não temos uma retaguarda de proteção com essa plataforma fantasma.
Antonio, lamento se você está direto nessa plataforma de San Diego que queremos respeitas, mas se formos decepcionados outra vez com o título do JC vamos pro ataque. Não vamos perder, nem nos desmoralizar com desculpas de amador de que o mercado mundial está muito volátil e que os títulos brasileiros são de segunda classe, portanto os bancos estão receosos de fazer aplicações. Afirmo ser mentira! Ora títulos brasileiros estão melhores do que os títulos americanos e europeus. Para comprovar isso, basta ver os malabarismos que o ministro da fazenda do Brasil está fazendo para conter a enxurrada de dólares que entra e quer entrar no Brasil, depreciando o dólar que era cotado a 3,00 reais por um para hoje 1,70 por um. Quem está mais fraco, o dólar ou o forte real? Os países emergentes estão sendo convocados para ajudar o FMI ajudar o Euro. A China já é dona de 60% da carteira de títulos dos EEUU, ameaçando assumir o país como maior credor.
Então as desculpas dessa plataforma são esfarrapadas.
Caro Antonio, essa plataforma de San Diego existe. Tem fé pública para conduzir essas operações, existem ou estamos sendo enganados?
Podemos ter um prospecto descrevendo que é (Who’s Who) e os nomes dos seus dirigentes? Ou se já são transparentes? Você os apresentou, lembre-se disso. O que descrevo vai ser matéria do Financial Time dos próximos números.
Meu caro Antonio, como irmão sério, peço sua ajuda para acalmar a minha mente e me tranqüilizar como profissional de 74 anos, com 54 de mercado, sendo 40 de Lapa.
Tudo justo e perfeito em ambas as colunas venerável mestre.

Rio de Janeiro, 29 de setembro de 2011

REFLEXÕES SOBRE UM FUTURO IMEDIATO

Plinio Sales

Caros e amados discípulos, diante dos nossos olhos existe uma grande alameda que nos leva, sem arbítrio, para o futuro. Chegamos até aqui por todas as contingências que suportamos com galhardia e elegância, enganando-nos com signos, esperanças e promessas. Em nossos ombros temos encargos, principalmente familiares que não podemos simplesmente sacudir pro lado e sair correndo abanando as mãos para nos mexer.
Dizia Gasset: Eu sou eu e as minhas circunstâncias! É fato e com fato não se discute!
Temos que resolver os trilemas do futuro, com que vou casar, como vou ganhar dinheiro e qual minha função nesta sociedade. Na verdade a grande pergunta sempre é quem sou eu? Pra que?
Tudo poderia ser simplificado se Deus nos entregasse um manual de comportamento de como se vive e sobrevive com elegância fazendo amigos e conquistado pessoas! Se admitirmos que o tempo é uma mera ficção de referência, para não nos perdermos , fora da prisão, chegaremos a noção de que somos transitórios na terra. Isso responde um pouco a primeira questão: Quem somos?
A ciência com os seus progressos já está nos levando aos 120 anos de vida podendo chegar aos 150 em 2050. Ainda é muito pouco, e quase zero, diante das estimativas da idade do universo que pode ser escrita com infinitos zeros. Por essa ótica temporal, somos nada, mas se medirmos nossa capacidade mental ai a dimensão é outra: temos a semelhança de Deus. Já temos dois tamanhos na fórmula (zero - tempo , infinito-mental), somos uma reta infinita, partindo do zero do tempo, se esse conceito for difícil de assimilar, podemos usar isto e a energia potencial de um corpo na transição será igual a sua massa multiplicada a velocidade da luz ao quadrado. Se pegarmos um peso médio de 60.000 gramas e substituímos o “M” por 60.000, sabendo que a velocidade da luz é igual a 300.000KM por segundo, o número da energia será algo fenomenal e significa a massa de energia que vamos incorporar a nuvem energética do espaço que nos representará. Depois da saída material passando para a entrada da energia.
No Kardercismo se explica mais facilmente com a transição dos espíritos pra lá e pra cá, mas com regras de justificar erros do passado que por nossos cálculos nem existem para se anotar.
O debate do meio ambiente deixa de ter sentido na perspectiva de que o ser humano ou outro ser a longo prazo virará energia e independe de espaço físico, poluído ou não. Não quer dizer que não devemos preservá-lo, mas e mais lógico construir moradas em outro espaço para alojar os espíritos de luz cheios de energia.
A alameda é muito longa tem o tamanho da nossa energia e infinita, mas temos que seguir o que o velho não ensinava – vamos dar o primeiro passo!
Logo, vamos pensar um pouco nesse quadro de humildades!
Desculpem-me essas aleivosias nesta hora matinal no bom dia sol!

Rio de Janeiro, 28 de setembro de 2011