Plinio Sales
Caros e amados discípulos, diante dos nossos olhos existe uma grande alameda que nos leva, sem arbítrio, para o futuro. Chegamos até aqui por todas as contingências que suportamos com galhardia e elegância, enganando-nos com signos, esperanças e promessas. Em nossos ombros temos encargos, principalmente familiares que não podemos simplesmente sacudir pro lado e sair correndo abanando as mãos para nos mexer.
Dizia Gasset: Eu sou eu e as minhas circunstâncias! É fato e com fato não se discute!
Temos que resolver os trilemas do futuro, com que vou casar, como vou ganhar dinheiro e qual minha função nesta sociedade. Na verdade a grande pergunta sempre é quem sou eu? Pra que?
Tudo poderia ser simplificado se Deus nos entregasse um manual de comportamento de como se vive e sobrevive com elegância fazendo amigos e conquistado pessoas! Se admitirmos que o tempo é uma mera ficção de referência, para não nos perdermos , fora da prisão, chegaremos a noção de que somos transitórios na terra. Isso responde um pouco a primeira questão: Quem somos?
A ciência com os seus progressos já está nos levando aos 120 anos de vida podendo chegar aos 150 em 2050. Ainda é muito pouco, e quase zero, diante das estimativas da idade do universo que pode ser escrita com infinitos zeros. Por essa ótica temporal, somos nada, mas se medirmos nossa capacidade mental ai a dimensão é outra: temos a semelhança de Deus. Já temos dois tamanhos na fórmula (zero - tempo , infinito-mental), somos uma reta infinita, partindo do zero do tempo, se esse conceito for difícil de assimilar, podemos usar isto e a energia potencial de um corpo na transição será igual a sua massa multiplicada a velocidade da luz ao quadrado. Se pegarmos um peso médio de 60.000 gramas e substituímos o “M” por 60.000, sabendo que a velocidade da luz é igual a 300.000KM por segundo, o número da energia será algo fenomenal e significa a massa de energia que vamos incorporar a nuvem energética do espaço que nos representará. Depois da saída material passando para a entrada da energia.
No Kardercismo se explica mais facilmente com a transição dos espíritos pra lá e pra cá, mas com regras de justificar erros do passado que por nossos cálculos nem existem para se anotar.
O debate do meio ambiente deixa de ter sentido na perspectiva de que o ser humano ou outro ser a longo prazo virará energia e independe de espaço físico, poluído ou não. Não quer dizer que não devemos preservá-lo, mas e mais lógico construir moradas em outro espaço para alojar os espíritos de luz cheios de energia.
A alameda é muito longa tem o tamanho da nossa energia e infinita, mas temos que seguir o que o velho não ensinava – vamos dar o primeiro passo!
Logo, vamos pensar um pouco nesse quadro de humildades!
Desculpem-me essas aleivosias nesta hora matinal no bom dia sol!
Rio de Janeiro, 28 de setembro de 2011
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