Plinio Sales
O nosso caminho da plataforma de San Diego passa pelo Roberto Faria, seu seguidor profissional. Por recomendação da ONG Usuário do sistema do pastor Augusto me associei a sua sub-plataforma. Tomei conhecimento da existência de plataforma com a consulta sobre veracidade de operações financeiras milagrosas. Onde com base em títulos soberanos do Brasil se fazia uma alavancagem e, se criava um mundo de riquezas fluxométricas por 10 meses, duas vezes renováveis, onde todos ganhavam numa loteria internacional, defendido por várias causas, nunca bem classificadas.
Também ganancioso, entrei na roda, em principio para ajudar o Pastor Augusto, depois para nos ajudar mesmo. A partir daí acrescentei na rota Antonio/Ana/Antonio o nosso rabicho Vitor/Diogo/Usuário/Plinio fazendo a corrente da sorte. Nos associamos a tripla Blair/Kovak/Harrington brilhantemente defendidos pelo Antonio. No afã de acerta organizamos um sistema de trabalho investindo tempo e talento no negócio. A primeira experiência foi um fracasso. O Kozak declarou que a plataforma não era séria, queria roubar os títulos dele para fazer não sei o que. Chegou a produzir atos lamentáveis de invasão de escritório com ameaças físicas a funcionários do Dr. Harrington. Todos julgaram esses atos intempestivos e sem razão: loucura do picareta Kozak. Até eu me envolvi com ele e tive uma saia justa no Banco Central.
Agora me pergunto – o Kozak tinha razão? Ainda não sei responder. Deixei a porta aberta para conversar com ele a qualquer tempo, até porque pretendo recuperar o investimento que fiz nele.
Tudo isso vem a propósito por causa da criação de uma senhora como figura de ficção Sherlockiana que “de repente se retira do cenário e vai cuidar da mãe que está a morte no leito de hospital fora de San Diego” e demora a reassumir o cargo.
Com isso para tudo e todos os agentes ficam congelados nos hotéis com contratos assinados com cara de palhaço esperando a Irene e um novo furacão sem vento. Tal procedimento nem o Kosak seria capaz de planejar, porque ele é mais direto: “Querem roubar os meus títulos!”
Quem de bom senso pode acreditar que uma grande organização (plataforma) fique paralisada em operação de bilhões de dólares porque a Irene sumiu no vento, porra, em todos os cursos de MBA, por mais barato que seja, o de Harvard, jamais teria uma lição que examinasse essa fórmula de absenteísmo.
Outro pergunta: Quem é essa plataforma – Tem chefe, tem endereço, está registrada nos órgãos legais, está autorizada a funcionar legalmente, sofre fiscalização do FED? Os contatos são feitos via Novak e Blair, seus verdadeiros porta-vozes, mas que na hora “H” não sabem de nada!
Nós do Brainbank e que somos o primeiro contratante com o proprietário do título e não temos uma retaguarda de proteção com essa plataforma fantasma.
Antonio, lamento se você está direto nessa plataforma de San Diego que queremos respeitas, mas se formos decepcionados outra vez com o título do JC vamos pro ataque. Não vamos perder, nem nos desmoralizar com desculpas de amador de que o mercado mundial está muito volátil e que os títulos brasileiros são de segunda classe, portanto os bancos estão receosos de fazer aplicações. Afirmo ser mentira! Ora títulos brasileiros estão melhores do que os títulos americanos e europeus. Para comprovar isso, basta ver os malabarismos que o ministro da fazenda do Brasil está fazendo para conter a enxurrada de dólares que entra e quer entrar no Brasil, depreciando o dólar que era cotado a 3,00 reais por um para hoje 1,70 por um. Quem está mais fraco, o dólar ou o forte real? Os países emergentes estão sendo convocados para ajudar o FMI ajudar o Euro. A China já é dona de 60% da carteira de títulos dos EEUU, ameaçando assumir o país como maior credor.
Então as desculpas dessa plataforma são esfarrapadas.
Caro Antonio, essa plataforma de San Diego existe. Tem fé pública para conduzir essas operações, existem ou estamos sendo enganados?
Podemos ter um prospecto descrevendo que é (Who’s Who) e os nomes dos seus dirigentes? Ou se já são transparentes? Você os apresentou, lembre-se disso. O que descrevo vai ser matéria do Financial Time dos próximos números.
Meu caro Antonio, como irmão sério, peço sua ajuda para acalmar a minha mente e me tranqüilizar como profissional de 74 anos, com 54 de mercado, sendo 40 de Lapa.
Tudo justo e perfeito em ambas as colunas venerável mestre.
Rio de Janeiro, 29 de setembro de 2011
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