sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

O VASO SANITÁRIO LEGAL

Está penetrando na cabeça de todos nós, novos hábitos para cuidar do meio ambiente onde nós vivemos. É muito comum ouvir não jogue papel no chão, esse material é reciclável, separe o seu lixo. O lixo agora é riqueza veja o exemplo das latinhas de alumínio, quase 100% recicladas, economizando o uso de energia elétrica e gerando renda para muitos coletadores.

Esse tema é universal. Muitas reuniões no mundo inteiro, buscam compromissos de todas as nações para proteger o clima, reduzir o efeito estufa, tudo em benefício da qualidade de vida dos seres humanos, dos animais, dos vegetais e de todos os demais seres que habitam e vivem da mãe terra.

Sem ir muito longe, cada um de nós, também podemos colaborar com esse processo educatício.

Em nosso dia a dia, ingerimos alimentos, como necessidade vital, para produzir a energia que precisamos para exercícios, pensar, trabalhar e reproduzir. Não é um livre arbítrio é uma determinação divina, que recebemos na tábua ao nascer.

Tudo que ingerimos é processado em nosso organismo, como se fosse uma complexa máquina química, retendo o sumo energético expelindo o xixi e o cocô, designados de resíduos humanos. Precisam ser tratados, caso contrário, vão contaminar os lençóis freáticos, retornando como inimigos de nós que somos seus produtores.

As estações de tratamento dos esgotos das cidades, fazem parte de todos os programas preventivos de saúde.

Recentemente, os chineses e os japoneses, começaram a desenvolver modernos métodos para tentar zerar os efluentes sanitários, tratando-os na fonte.

Está em fase de lançamento três inovações sanitárias no âmbito doméstico:

1 – Vaso sanitário processador,

2 - Papel higiênico bacteriológico, e

3 – Pílula regeneradora de resíduos: a Xocônorr.

O uso dessas três inovações irá tornar o esgoto residencial em nova fonte de recursos para melhorar o orçamento familiar.

O novo vaso sanitário funcionará como um liquidificador, processando e misturando os dejetos líquidos e sólidos, formando uma pasta. Um sifão, instalado atrás do vaso. Irá injetar água, oxigênio e novos nutrientes, tipo NPK, modificando a composição química da pasta, formando uma musse vitaminada, muito apropriada para refeição animal, exalando um cheiro agradável.

A produção diária vai variar, conforme o número de usuários do vaso tonificante, em média 500 gramas por dia. O formato final, moldado numa caixa coletora, poderá ser igual a um tijolo de sorvete da Kibon.

O papel higiênico bacteriológico terá nova função, além de ser biodegradável, espalhará bactérias aeróbicas para oxigenar a mistura dos resíduos, facilitando a formação inerte da pasta.

A pílula Xocônorr, já em fase de teste humano, em laboratórios chineses, será um suplemento alimentar, como agente odorizador e lubrificar o processo de produção dos resíduos, no percurso estomago - intestino, dando sabor, cor e cheiro bom ao cocô e ao xixi das pessoas.

Bastaria tomar uma pílula por dia para alcançar os efeitos desejados, sem nenhum efeito colateral danoso ao organismo, podendo produzir reações de energéticos.

Os efeitos desses três agentes combinados, seriam contidos num belo tijolo ecológico, com cheiro e qualidade alimentar aceitáveis para alimentação animal.

O somatório dessa produção diária de uma comunidade, sob a forma de fertilizante ou de tijolo alimentar, representaria um formidável avanço no controle ambiental dos resíduos humanos, em benefício da humanidade.

Já pensou o exército de hum bilhão de vasos sanitários, preparando musses ecológicos ?

Escrito em 6 de dezembro de 2010.

Um comentário:

  1. De: Alcides
    Data: 10 de dezembro de 2010 10:54
    Assunto: Fwd: Artigo para Criticar
    Para: Plinio Sales


    Amigo Paladino,

    Este projeto, de certa forma, me traz diversas preocupações.
    Lógico que precisamos de uma política que nos preserve o meio ambiente, principalmente a água (potável ou não ) dos malefícios causados pela ação do homem sobre a natureza, porém não vejo o" vaso sanitário legal "
    como solução.
    Li em algum site da OMS que aproximadamente 1 bilhão de pessoas no mundo passam fome, então, temo que essa " musse" vitaminada com cheiro agradável, amanhã não esteja alimentando apenas os animais.
    Outros detalhes me deixam pessimista:
    1- Descaracterização de alguns de nossos hábitos, trazendo prejuízos inclusive à nossa lingua portuguesa,
    Como diríamos, a partir daí:
    Esse fulano/a é metido a ca... cheiroso - perderia totalmente o sentido.
    2- Em um coletivo, elevador ou qualquer outro lugar de aglomeração, quando alguém liberasse aquele gás ( hoje brabo ), não poderíamos dizer quase nada, nem olhar de cara feia demonstrando nossa indignação. No máximo fariamos os seguintes comentários;
    É cheiro de rosas ? ou
    Que fragância é essa?
    Foi a senhora? - Não meu filho, foi o bêbado ali no fundo.
    Que coisa mais sem graça!!!
    Porque a gente não tenta junto aos japoneses e chineses, que façam uma mescla deste sitema futurista com o sistema atual. A melhora, acredito, já seria significativa.
    Abraços,

    Alcides.

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