segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

REFLEXÃO PELO ABSURDO: QUAL É O ANTÍDOTO CONTRA A CORRUPÇÃO?

Plinio Sales
As pessoas que se julgam responsáveis, até certo ponto, tem a força de vontade para encontrar a fórmula para acabar com a corrupção que grassa em todas as sociedades do mundo inteiro. Está em todos os segmentos e setores, principalmente no foco do servidor público, em função do seu poder de aplicar as leis coercitivas e controladoras de comportamentos não éticos.
Você deve ter sido abordado por um fiscal de estrada advogado, algum tipo de concessão de facilidade por uma contrapartida financeira. Todos os que conheço já foram: do arresto de motos, ameaça de recolher o carro, demora de algum processo e outras avenças. Essa atitude já está sendo considerada nas regras normais de comportamento social. Tem indivíduos que já carrega na carteira um certo valor que é para o guarda.
Onde está a raiz disso tudo. Qual o comportamento que é causa dessa base que promove esses procedimentos vejo duas causas:
1.    Excesso de leis e,
2.    Má remuneração do servidor público.
Então, como diz Balzac, diante de uma força de sedução o mais correto é ceder.
Então para acabar com a corrupção tão em voga, bastaria:
1.    Cancelar todas as leis, deixando o cidadão livre por conta da sua própria consciência e,
2.    Dobrar os salários de todos os funcionários públicos, limitando a soma do total dos salários a 75% o valor orçamentário do órgão que o emprega, ou, mais radical, mandar todos os servidores públicos para casa, mandando-lhes os seus salários em casa.
Ai começaríamos do princípio.
1.    Ensinar comportamento ético em todas as escolas, a partir dos livros religiosos e,
2.    Instituir novas escolas de capacitação dos funcionários públicos encostados, obrigando-os a novamente se habilitarem a nova ordem comportamental de servidor público, a partir de um novo manual de comportamento.
Novamente, vamos encontrar com as raízes. Quem irá tratar de fazer essa reforma tão radical? Como escolher essa equipe maravilhosa de reputação e caráter ilibados, ficha limpa total? Será que encontraremos esses reformadores no céu, ao lado do pai? Quantos serão precisos? Quem vai tratar de organizá-los e treiná-los par exercer as novas funções.
Por tudo chega-se a triste conclusão que não temos condições de resolver o problema, assim diante desse fato concreto só resta ceder o ensinamento de Balsac – Ceder e aceitar a corrupção com uma regra social.
Ai, voltamos a qualificar o custo e o benefício social da corrupção. Tenho aconselhado que corrompa até 5% do orçamento e aceito se o gestor mostrar produtividade social. Só vale aquele que rouba, mas faz, Tipo Ademar de Barros de velha memória e, atual do Maluf na boca do povo. Então meu caro Genesco, como faria se estivesse sentado ao lado DELLE.

Rio de Janeiro, 30 de setembro de 2011

CLASSIFICAÇÃO ÉTICA DE PROCEDIMENTOS PROFISSIONAIS RATING PLATAFORMA DE SAN DIEGO

Plinio Sales

O nosso caminho da plataforma de San Diego passa pelo Roberto Faria, seu seguidor profissional. Por recomendação da ONG Usuário do sistema do pastor Augusto me associei a sua sub-plataforma. Tomei conhecimento da existência de plataforma com a consulta sobre veracidade de operações financeiras milagrosas. Onde com base em títulos soberanos do Brasil se fazia uma alavancagem e, se criava um mundo de riquezas fluxométricas por 10 meses, duas vezes renováveis, onde todos ganhavam numa loteria internacional, defendido por várias causas, nunca bem classificadas.
Também ganancioso, entrei na roda, em principio para ajudar o Pastor Augusto, depois para nos ajudar mesmo. A partir daí acrescentei na rota Antonio/Ana/Antonio o nosso rabicho Vitor/Diogo/Usuário/Plinio fazendo a corrente da sorte. Nos associamos a tripla Blair/Kovak/Harrington brilhantemente defendidos pelo Antonio. No afã de acerta organizamos um sistema de trabalho investindo tempo e talento no negócio. A primeira experiência foi um fracasso. O Kozak declarou que a plataforma não era séria, queria roubar os títulos dele para fazer não sei o que. Chegou a produzir atos lamentáveis de invasão de escritório com ameaças físicas a funcionários do Dr. Harrington. Todos julgaram esses atos intempestivos e sem razão: loucura do picareta Kozak. Até eu me envolvi com ele e tive uma saia justa no Banco Central.
Agora me pergunto – o Kozak tinha razão? Ainda não sei responder. Deixei a porta aberta para conversar com ele a qualquer tempo, até porque pretendo recuperar o investimento que fiz nele.
Tudo isso vem a propósito por causa da criação de uma senhora como figura de ficção Sherlockiana que “de repente se retira do cenário e vai cuidar da mãe que está a morte no leito de hospital fora de San Diego” e demora a reassumir o cargo.
Com isso para tudo e todos os agentes ficam congelados nos hotéis com contratos assinados com cara de palhaço esperando a Irene e um novo furacão sem vento. Tal procedimento nem o Kosak seria capaz de planejar, porque ele é mais direto: “Querem roubar os meus títulos!”
Quem de bom senso pode acreditar que uma grande organização (plataforma) fique paralisada em operação de bilhões de dólares porque a Irene sumiu no vento, porra, em todos os cursos de MBA, por mais barato que seja, o de Harvard, jamais teria uma lição que examinasse essa fórmula de absenteísmo.
Outro pergunta: Quem é essa plataforma – Tem chefe, tem endereço, está registrada nos órgãos legais, está autorizada a funcionar legalmente, sofre fiscalização do FED? Os contatos são feitos via Novak e Blair, seus verdadeiros porta-vozes, mas que na hora “H” não sabem de nada!
Nós do Brainbank e que somos o primeiro contratante com o proprietário do título e não temos uma retaguarda de proteção com essa plataforma fantasma.
Antonio, lamento se você está direto nessa plataforma de San Diego que queremos respeitas, mas se formos decepcionados outra vez com o título do JC vamos pro ataque. Não vamos perder, nem nos desmoralizar com desculpas de amador de que o mercado mundial está muito volátil e que os títulos brasileiros são de segunda classe, portanto os bancos estão receosos de fazer aplicações. Afirmo ser mentira! Ora títulos brasileiros estão melhores do que os títulos americanos e europeus. Para comprovar isso, basta ver os malabarismos que o ministro da fazenda do Brasil está fazendo para conter a enxurrada de dólares que entra e quer entrar no Brasil, depreciando o dólar que era cotado a 3,00 reais por um para hoje 1,70 por um. Quem está mais fraco, o dólar ou o forte real? Os países emergentes estão sendo convocados para ajudar o FMI ajudar o Euro. A China já é dona de 60% da carteira de títulos dos EEUU, ameaçando assumir o país como maior credor.
Então as desculpas dessa plataforma são esfarrapadas.
Caro Antonio, essa plataforma de San Diego existe. Tem fé pública para conduzir essas operações, existem ou estamos sendo enganados?
Podemos ter um prospecto descrevendo que é (Who’s Who) e os nomes dos seus dirigentes? Ou se já são transparentes? Você os apresentou, lembre-se disso. O que descrevo vai ser matéria do Financial Time dos próximos números.
Meu caro Antonio, como irmão sério, peço sua ajuda para acalmar a minha mente e me tranqüilizar como profissional de 74 anos, com 54 de mercado, sendo 40 de Lapa.
Tudo justo e perfeito em ambas as colunas venerável mestre.

Rio de Janeiro, 29 de setembro de 2011

REFLEXÕES SOBRE UM FUTURO IMEDIATO

Plinio Sales

Caros e amados discípulos, diante dos nossos olhos existe uma grande alameda que nos leva, sem arbítrio, para o futuro. Chegamos até aqui por todas as contingências que suportamos com galhardia e elegância, enganando-nos com signos, esperanças e promessas. Em nossos ombros temos encargos, principalmente familiares que não podemos simplesmente sacudir pro lado e sair correndo abanando as mãos para nos mexer.
Dizia Gasset: Eu sou eu e as minhas circunstâncias! É fato e com fato não se discute!
Temos que resolver os trilemas do futuro, com que vou casar, como vou ganhar dinheiro e qual minha função nesta sociedade. Na verdade a grande pergunta sempre é quem sou eu? Pra que?
Tudo poderia ser simplificado se Deus nos entregasse um manual de comportamento de como se vive e sobrevive com elegância fazendo amigos e conquistado pessoas! Se admitirmos que o tempo é uma mera ficção de referência, para não nos perdermos , fora da prisão, chegaremos a noção de que somos transitórios na terra. Isso responde um pouco a primeira questão: Quem somos?
A ciência com os seus progressos já está nos levando aos 120 anos de vida podendo chegar aos 150 em 2050. Ainda é muito pouco, e quase zero, diante das estimativas da idade do universo que pode ser escrita com infinitos zeros. Por essa ótica temporal, somos nada, mas se medirmos nossa capacidade mental ai a dimensão é outra: temos a semelhança de Deus. Já temos dois tamanhos na fórmula (zero - tempo , infinito-mental), somos uma reta infinita, partindo do zero do tempo, se esse conceito for difícil de assimilar, podemos usar isto e a energia potencial de um corpo na transição será igual a sua massa multiplicada a velocidade da luz ao quadrado. Se pegarmos um peso médio de 60.000 gramas e substituímos o “M” por 60.000, sabendo que a velocidade da luz é igual a 300.000KM por segundo, o número da energia será algo fenomenal e significa a massa de energia que vamos incorporar a nuvem energética do espaço que nos representará. Depois da saída material passando para a entrada da energia.
No Kardercismo se explica mais facilmente com a transição dos espíritos pra lá e pra cá, mas com regras de justificar erros do passado que por nossos cálculos nem existem para se anotar.
O debate do meio ambiente deixa de ter sentido na perspectiva de que o ser humano ou outro ser a longo prazo virará energia e independe de espaço físico, poluído ou não. Não quer dizer que não devemos preservá-lo, mas e mais lógico construir moradas em outro espaço para alojar os espíritos de luz cheios de energia.
A alameda é muito longa tem o tamanho da nossa energia e infinita, mas temos que seguir o que o velho não ensinava – vamos dar o primeiro passo!
Logo, vamos pensar um pouco nesse quadro de humildades!
Desculpem-me essas aleivosias nesta hora matinal no bom dia sol!

Rio de Janeiro, 28 de setembro de 2011

terça-feira, 27 de setembro de 2011

O QUE É UMA FAMÍLIA?

Plinio Sales

Estudos sociológicos estão demonstrando muitos exemplos de desagregação da unidade familiar, igual aquela em que os filhos pediam a benção aos mais velhos quando os encontravam: Benção, pai! Deus te abençoe, meu filho!
Havia muitas demonstrações de integração familiar, grandes projetos comuns, troca e uso comum de roupas e calçados; confidências silenciosas com a mãe, a grande orientadora da família.
Está difícil fazer o replay desses exemplos. Soube que na América, os adolescentes ao atingir 18 anos, é praticamente expulso do lar familiar e se obriga a se virar sozinho, é a razão dos grandes blocos de jovens em movimentos tipo “Woodstock”, ou “Rock in Rio” e baladas das madrugas, recorrendo ao uso de drogas, seguindo o caminho do “nihilismo” e zerando a visão do horizonte.
Embora esse retrato esteja crescendo, contaminando a sociedade familiar, podemos apreciar uma família bem constituída que dominicalmente vão juntos: pai, mãe, filhos, genros, noras assistirem a missa ou ao culto da sua religião.
É muito importante preservar esses atos simples e familiares, como faz a Darcy que, em todo domingo, se arruma toda, passa um batom, joga uma bolsa a tiracolo, e cheia de razão, vai rezar por todos nós preguiçosos fiéis. É um exemplo de motivo familiar.
Temos visto notícias de acidentes com jovens drogados, embriagados, violentos e visitando delegacias, na mesma hora em que os galos estão cantando para o sol nascer.
Nas novelas ajudam a piorar esse quadro, estimulando relações espúrias em horários nobres, assistidos por uma grande população televisiva. Os rádios são menos delinqüentes, pois trabalham mais com a imaginação dos ouvintes, longe das figuras do “Kama-Sutra” das novelas brasileiras.
Seria salutar, introduzir nos currículos escolares os exemplos e noções de família, como célula importante da sociedade.
Vamos discutir no berço o que é uma família e a sua importância no nosso crescimento.

Rio de Janeiro, 26 de setembro de 2011

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

A LÍNGUA ELETRÔNICA UNIVERSAL

Plinio Sales

Há uma grande meta no planejamento estratégico para chegar à paz com a união dos povos.
Desde os primórdios estamos tentando a língua universal, depois do desastre da Torre de Babel. Esse castigo já está superado, pois a comunicação entre os povos está melhorando com o tradutor do Google para os internautas.
Nenhum sucesso se conseguiu com a tentativa de convencer o povo a ter uma língua comum, pois o fracasso do esperanto ainda está na nossa memória.
No momento atual temos a predominância do inglês, como língua de negócios, bastante divulgada, sendo utilizado por mais de hum bilhão de seres humanos de classe média superior. Entretanto, o objetivo é fazer com que 8 bilhões falem a mesma língua e se comuniquem sem nenhum entrave. Enfrentamos outras línguas praticadas pelos chineses, indianos, árabes e outras minorias que são o grande desafio da comunicação.
Num futuro mais distante vamos poder contar com a comunicação automática da psicosensorial, por onde ondas eletromagnéticas dos pensamentos se comunicam com velocidade superior a da luz.
Enquanto esse tempo não chega, proponho uma solução preparatória para o tempo sensorial.
Essa forma seria a linguagem eletrônica que de certo modo se aplica via internet com grande facilidade de apreensão. A juventude em geral, sem distinção de nacionalidade, adere rapidamente. Então o inteligente seria aproveitar esse meio e lançar a linguagem eletrônica universal, que seria ensinada em todos os cursos básicos do mundo inteiro, mesclando expressões resumidas, juntando-se sinais diferenciados, absorvendo sinais críticos de todas as línguas.
No fim de um período dos próximos 50 anos, em uma geração, 90% da população mundial estaria incorporada na linguagem eletrônica universal e o passo seguinte, nos 50 anos seguintes, então chegaríamos à comunicação psicotransensorial com ondas eletromagnéticas, geradas nas sinapses do cérebro e transmitidos via ondas aéreas.

Rio de Janeiro, 16 de setembro de 2011

A PIADA CAMBIAL – MONETÁRIA

EURO – BRIC
Plinio Sales

Há um novo movimento atraindo os países emergentes para salvar a crise fiscal européia, abrangendo a Grécia podre.
Isso só pode ser piada. A Grécia tem um currículo milenar, desde Roma a Grécia, com os seus filósofos.
Os emergentes estão sendo chamados para ajudarmos os europeus com a sua magra caixa de reservas. Que se apresente a China até ai tudo bem, porém totalmente injusto. A China tem forte estoque de reservas cambiais, originadas do comércio predatório dos últimos 20 anos. E quem forneceu essas reservas foram os BRICs e os demais parceiros principalmente os Estados Unidos.
Não há nenhuma lógica, produto da Grécia, que os pobres BRICs imobilizem parte das suas reservas estratégicas para investir em “Junker Bonds”, que são os títulos soberanos europeus. Países que com seus incentivos fiscais aos ineficientes produtores europeus em prejuízo das exportações dos BRICs.
Ajudamos aos ricos produtores europeus a viverem a tripa forra, em detrimento da pobreza dos BRICs, e agora somos chamados pra pagar a conta, criada pelo desgoverno orçamentário.
A solução correta é todos aumentarem as suas cotas no FMI, até no máximo 20% das suas reservas, e o FMI faça o ajuste que for necessário, mesmo que seja necessária uma deflação forçada e obrigatória, como foi feita pela Argentina e ninguém quebrou.
Essa falácia de dizer que a Grécia vai quebrar é conversa pra boi dormir. A economia real não quebra, se ajusta as necessidades do seu povo.
É preciso desmistificar os arautos das crises e mandar pra casa os governantes amadores.

Rio de Janeiro, 15 de setembro de 2011

A ÁGUA VENCERÁ O PETRÓLEO

Plinio Sales

É fácil ver e avaliar, basta calcular quantos peixes tem no mar e a quantidade de bacias d’água que podemos tirar sem esgotar o estoque de água. Já o petróleo estão falando que só dura mais 50 anos e de repente se descobre outras jazidas e estende o prazo por mais 50 anos.
Por mais que essa agonia do petróleo dure, a água vai durar muito mais. O importante é dessalinizar a água ao custo do sal. Os israelitas já estão fazendo isso. O engenheiro Requena, de boa memória, já demonstra um meio eficiente de separar a água do sal, mediante o uso da criogenia, gerada por energia da própria onda do mar. Com a própria energia do mar, dessaliniza a água do mar, fazendo água potável com custo quase zero.
Conversando certa vez com um veterano geólogo da SUDENE, velha e boa SUDENE do Celso Furtado, revelou-me que por debaixo do solo do árido nordeste corria muitos rios caudalosos, com grande quantidade de água. A descoberta desses rios, pelo uso de sensores baratos, poderia inundar o nordeste de água.
Não sei se a Anáguas está tratando disso ou ira tratar. Se fizer gastará menos do que a transposição do Rio São Francisco, com resultados bem mais produtivos e menos lesivo ao meio-ambiente.
Essa tese do velho geólogo está comprovada como verdadeiro, em função da notícia recente que debaixo do Amazonas, existe outro caudaloso rio pré-petróleo. Ora, se tem no Amazonas, fatalmente terá na faixa do nordeste é só procurar esse ouro do nordeste.
Com a água potável do mar, com a água dos rios subterrâneos, certamente não faltará peixe no futuro.
A água vencerá o petróleo.

Rio de Janeiro, 13 de setembro de 2011

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

REPENSAR UM POUCO AS RELAÇÕES INTERNACIONAIS DO BRASIL

Plinio Sales

De 1500 até hoje 2011, e se pensarmos com visão telescópica para 2.100, estamos convictos da necessidade de reformular a política de relações internacionais do Brasil. Não se ouve falar nada relevante da diplomacia brasileiro no mundo. É o mesmo lugar comum de diplomatas, esperando a aposentadoria logo para ser contratado como relações lobistas de uma multinacional.
Mostrem-me se estão em algum fórum internacional defendendo:
1.    Acabar com as fábricas de armas no mundo e transferir os recursos para terminar com a fome e a miséria do mundo.
2.    Criar o Fundo Patrimonial da Humanidade, incorporando o patrimônio físico e virtual da terra, num grande fundo ou em fundos setoriais, e distribuir cotas para os 8 bilhões de pessoas que constituem a humanidade atual, eliminando a fome e a miséria.
3.    Criar o Instituto Mundial de Capacitação Profissional dos Desempregados, com recursos da ONU, reduzindo o desemprego a zero. É uma questão de mudar a fonte e custeio, mas que no fundo quem paga é a própria humanidade.
4.    Defender a Universalização da língua, onde em qualquer parte do mundo se fale a mesma língua, fazendo avançar a comunicação entre os povos.
5.    Defender a criação de Zonas Especiais de Tecnologia, estimulando a criação e a transferência livre de tecnologias e de educação, sem restrições e sem barreiras, acessível a todos os estudantes do mundo.
6.    Instituir Centros de Pesquisas para planejar a mudança do povo da Terra para o Espaço, antecipando-se a destruição ambiental da Terra.
7.    Estimular a ciência para descobrir formas da comunicação psicosensorial, eliminando os meios de comunicação atual via conexões, reduzindo a simples comunicação mental.

Esses são apenas 7 pontos para repensar as nossas relações internacionais, pensando para humanizar o povo da Terra a um custo social, sustentável em benefício dos futuros terráqueos.
Para isso não é necessário essa quantidade de diplomatas brasileiros, dispersos e confusos, no mundo, apresentando taxa de produtividade social, bem próximo de zero, com grande custo social pesado aos cofres do povo.
Numa primeira fase entupir o mercado sul-americano de diplomatas brasileiros, todos dedicados a fortalecer o Livre Mercado Sul-Americano, sem barreiras, com moeda comum, logística integrada, criando um mercado comum de 300/400 milhões de pessoas. Os outros, sobrantes, transforme-os em professores de diplomacia e distribua-os nas universidades brasileiras e no Ministério do Turismo, propagando as virtudes das riquezas brasileiras.
Seria um bom serviço prestado ao Brasil pelos diplomatas pró-ativos do Itamaraty.

Rio de Janeiro, 12 de setembro de 2011

O INDIVÍDUO E A MASSA

Plinio Sales

Como justificar a diferença de comportamento do indivíduo e o da massa da qual faz parte. São duas entidades diferentes, cada uma com a sua personalidade própria. Freud explicou: porque a soma das personalidades dos indivíduos, conduz a uma personalidade coletiva tão diferente, variando do pacífico para o revolucionário. É indissociável o indivíduo da sua massa. É como se fosse o átomo da massa. Pela física e pela química se explica que ao juntar-se átomos iguais, o elemento resultante pode ser diferente, dependendo da arrumação arquitetônica dos átomos. O gás vira líquido e o líquido vira sólido.
Com os indivíduos acontecerá a mesma coisa: a massa será diferente da soma dos indivíduos, por causa da sua arrumação arquitetônica e, mas ainda, devemos compor o ajuste dos embutidos nos conscientes e nos inconscientes de cada um. Desse modo, o arranjo final é incontrolável, a não ser como queria Gobels, utilizando-se métodos apoiados em controles artificiais, por meios químicos, mecânicos ou retro-conscientização.
Nos últimos anos, a evolução das massas é fato preocupante e motivo fomentador das reações para o indivíduo se proteger contra a barbárie das massas.
É possível controlar as massas ou colocá-las sobre controles dentro dos limites da segurança individual. Só os sociólogos-políticos poder responder. E que faça rápido. A Hidra das massas está crescendo e pode ficar incontrolável, porque nós fazemos parte da Hidra.

Rio de Janeiro, 09 de setembro de 2011

UNIDADES PACIFICADORAS SEM PAZ

Plinio Sales
Em recente conferência na Universidade da Vida Real, projetada pelo inesquecível Gênio Darcy Ribeiro, afirmamos que a única maneira de pacificar as comunidades dominadas pelo tráfico, deve obedecer as seguintes prévias providências.
1.    Liberar a compra e venda das drogas.
2.    Fundar cursos de treinamento do uso de armas e de defesa pessoal de moradores da comunidade.
3.    Instituir Centros de Defesa Jurídica de habitantes da comunidade.
4.    Regulamentar grupos de segurança policial para proteger cidadãos ameaçados por qualquer fonte.
5.    Promover ações de auto-estima de moradores para que eles se sintam capazes de se auto-sustentar, sem tutela do tráfico.
6.    Regularizar os títulos de propriedade de moradores, para fortalecer o sentimento de propriedade dos seus imóveis.
7.    Convocar militarmente todos os maiores de 14 anos, treinando-os, sem armas, para se tornarem cidadãos empresários.
Com apenas essas providências o tráfico irá se isolando paulatinamente até se conseguir que a própria comunidade eleja o seu sub-prefeito para atuar em conjunto com as autoridades superiores.
O custo de implantar esse sistema será socialmente mais barato e de melhor resultado a curto e médio prazo.
O conceito é dotar a comunidade do sentimento de auto-defesa-familiar, dando-lhes retaguarda de apoio.

Rio de Janeiro, 08 de setembro de 2011

SERÁ QUE É A SAÚDE?

Plinio Sales

É recorrente o tema saúde, quando não se tem bandeira melhor para carregar.
É preciso medir a opinião do povo sobre esse tema, pois parece não dar bola, porque sabe que se trata de uma forma de distrair a atenção do foco principal: aumentar o imposto.
Para melhorar a saúde, basta organizar o atendimento ao público, oferecendo serviços de qualidade. Não precisa de muito dinheiro. Basta selecionar com bons salários, os servidores, acabar com as filas e atender em hora marcada. Com mais 5% do orçamento esse trabalho pode ser feito por qualquer empresa de administração de saúde. Para arranjar esse 5% basta fazer uma campanha contra o desperdício, oferecendo prêmios às sugestões e implementações dos próprios servidores e usuários.
Essa longa e cansativa discussão sobre a necessidade de novas fontes de recursos financeiros para custear a saúde pública é pura falácia.
O foro certo é reorganizar o orçamento, proposto pelo executivo e aprovado pelo legislativo. Nada mais é preciso, o orçamento certo é preciso.
O pagador final é o povo, como sempre. Porque pensar em novos impostos, se o percentual de arrecadação já está na estratosfera.
A tese certa é diminuir a arrecadação, permitindo que o povo contrate serviços de saúde livremente, fugindo do mau atendimento do SUS.
Se for o caso, tribute-se os planos de saúde com um adicional de 10% sobre o valor arrecadado pelo sistema, transferindo esses recursos para o sistema do SUS.
Vamos pensar um pouco!

Rio de Janeiro, 06 de setembro de 2011

O ENCONTRO DO POVO E O MACRO ECONOMICO

Plinio Sales

As análises macro econômicas são muito esotéricas aos olhos do povo. O mundo dos agregados está nas estrelas o povo que é a unidade atômica dos grandes agregados é invisível e nada vale.
Se somarmos as ações de 100.000 povos então os mágicos falam de agregados. Deixou de ser povo e vira agregado, sem humor e sem espírito.
O agregado dos poupadores indica a tendência disso ou daquilo, variando o cenário do mesmo modo o PIB só cresce 3,5% porque está em desacordo com as previsões dos analistas que indicavam mais. E o Banco Central, que fala pelo Coupon, trabalha com todos os agregados, determinando os seus comportamentos e influindo no comportamento planejado na meta dos cientistas econômicos.
Jamais se viu um agente do coupon visitando uma fábrica, um sindicato, uma universidade para conhecer o que esse povo pensa, o melhor que vemos é esse famoso agente Tombini, tomando chope com os seus pares nos JOBIs do Brasil. É o mundo do peixe que jamais descobrirá a existência da água.
Os agregadores se libertaram da condição humana e agora se transformou num “avatar” e está dizendo com macro-economia tem que se comportar.
É muito surrealismo. O mundo virtual do Coupon, dos agregados, da taxa de Cambio, foco da Meta e tantos outros novos jargões que só a Mirian Leitão conhece e não ensina pra ninguém. O Serra tinha razão e o Lula muito mais.
Se a macroeconomia não se comporta como os “agregados-men” vaticinam, o culpado foi o povo!

Rio de Janeiro, 05 de setembro de 2011

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

É PRECISO REFORMAR A DEMOCRACIA BRASILEIRA
(ELA NÃO EXISTE)
Plinio Sales

As reformas políticas, defendidas por todos menos pelo povo, que foi motivado a participar nas diretas já. A história está ausente em mostrar resultados favoráveis ao povo, por causa de revoltas ou revoluções das quais fez parte. Foi assim com a derrubada dos Faraós, foi assim com Hitler, foi assim na queda da Bastilha. Foi assim na Inconfidência Mineira e outras.
O povo sempre entra como otário, já é uma simples bucha de canhão.
A democracia brasileira tem tudo menos governo (cracia) do povo (demo). Há um congresso que se comporta como uma agência de emprego e balcão de negócios, sem prejuízo das exceções.
As reformas políticas propostas são meros remendos, como o financiamento das eleições. Pergunta-se quem paga? Lógico que é o povo. Pra quê, pra nada. Mudar o sistema de voto para distrital ou candidatos em lista. Pra quê, pra nada. Adotar o processo seletivo da ficha limpa. Pra quê, pra nada.
Como explicar essa tão encantada democracia em que o povo escolhe candidatos dos quais esquece 24 horas depois. Pra quê, pra nada.
Tudo isso reforça a tese de que devemos provocar o efeito-zero:
1.    Democracia Zero
2.    Congresso Zero
3.    Novas leis Zero
4.    Eleições Zero
5.    Partidos Zero
6.    Banco Central Zero
7.    Incentivos Fiscais – Zero
Conduzindo a grande reforma da democracia brasileira, basta copiar a organização de uma grande empresa vencedora; tipo IBM e outras. O organograma da administração brasileira deveria ser construído pelo modelo simples:

Presidente
(Eleito pela Assembléia Anual do Povo)

Vice Presidente --------------------------------------------- Assembléia do Povo

Diretores (10)

Com um máximo de 10 ministros e fiscais em cada estado do Brasil, dirigidas por vice-ministros.
Elimina o Congresso de 650 parlamentares, reduzir para um comitê parlamentar com um representante de cada estado.
O povo votaria de 5 em 5 anos, em Assembléia Geral, pela Internet, na qual escolheria o Presidente e os parlamentares estaduais.
Encontrar uma fórmula constitucional para outorgar ao Supremo Tribunal Federal para revogar as leis inócuas existentes e programas a aprovação de leis nacionais importantes, a serem incluídas na constituição que seria a lei única.
Esse formato seria mais barato e mais flexível como forma coorporativa de governar democraticamente.
Reforma já!

Rio de Janeiro, 05 de setembro de 2011

ENERGIA TAYLOR MADE

Plinio Sales

É temerário subestimar a natureza. Tudo está lá, além das observações do Darwin para construir a sua teoria da seleção das espécies.
Pra todo lugar onde se olha se vê fontes de energia. Qual a razão lógica para ir ao fundo da terra ou do mar, após o pré-sal a 10.000 mts para buscar petróleo.
Temos o Rei Sol, cobrindo todo o campo terrestre e sua vizinhança, nos banhando de energia, alimentando seus parceiros: o mar, o vento, o ar, as geleiras, a geotérmica e outras derivadas.
O próprio ambiente onde nos locomovemos pode ser a fonte da energia para movimentar veículos, equipamentos e outros acessórios.
Vi uma patente mundial, pela qual o inventor criou um mecanismo simples, move navios com energia do mar. Do mesmo modo aviões, foguetes e similares podem ser movidos a energia solar que existe no ar. É só acoplar sensores no corpo das aeronaves.
Veículos moventes no solo, podem usar, além da energia do próprio solo, a gerada pelo próprio movimento do veículo.
O próprio atleta corredor produz energia que pode ser usada por relógios, laptops e outros gadgets.
A energia existe e é fornecida de acordo com a forma do usuário.
Pergunte aos pássaros, aos cometas, às ondas do mar, às baleias e a outros que se movem na terra e no espaço.
A energia pode ser Taylor-made.

Rio de Janeiro, 05 de setembro de 2011

ONDE ESTÁ SUA IGREJA?

Plinio Sales

No tempo da minha avó, lá em Alagoas, às margens do Rio São Francisco, pescando piabas, eu ouvia com muita admiração os preparativos para receber seu Bispo, autoridade respeitável da Igreja Católica. Todos os nossos vizinhos, nossas tias Carolas, aguardavam ansiosamente os eventos organizados pelo Senhor Padre, estimulando a fé em Cristo e ordenação dos lazeres, onde os rapazes e as moçoilas se encontravam, para trocar conhecimentos e confidencias. Funcionava como o grande Facebook, ou Orkut de hoje em dia, com mais simplicidade e inocência. “Há! Que saudades dos meus 8 anos, cujo tempo não volta mais.”
Hoje, ao se passear por ruas de qualquer bairro, ou em programas de televisão, descobre-se uma variedade de grandes igrejas: Primeira Igreja Batista do Vidigal, Igreja Renovada Batista do Catumbi, Protestantes, Cristãs Diversas, Universal, Nossa Senhora das Graças e, em cada igreja, encontramos pastores, bispos e reverendos. Criou-se uma nova classe remunerada. Pelo que pude ver, em minhas pesquisas, muitos se sabem ler, interpretam a Bíblia erradamente. O outro lado da moeda é a presença cada vez menor de crentes nas sessões dominicais. A média está em torno de 20 a 30 crentes por oração dominical.
Com crescimento dessas religiões diversificadas, de todas as categorias, o público da igreja católica decresceu 50% nos últimos 10 anos. Está entrando no mercado a missa televisiva e, às vezes quase todos os dias, estão penetrando nos crentes, principalmente aqueles com idade superior a 50 anos.
Aos psicólogos a palavra para explicar esse fenômeno de multiplicação de igrejas, como se fossem pães.
Permeando as atividades dessas igrejas, trabalhando com a fé dos crentes ou descrentes, existe a contribuição financeira, hoje satanizando o dízimo, propiciando piadas como o de jogar arrecadação pro alto e o que Deus pegar é dele.
Não vejo nada negativo em receber contribuições financeiras, pois as igrejas têm custos, como qualquer empresa, e ainda tem os salários dos servidores.
O importante é medir os benefícios levados ao crentes-fregueses. Tem igreja com marketing para curar vícios, casamentos desfeitos, grandes negócios, diabos fora e outras mágicas. Muita propaganda enganosa, mas nem tudo é mal. Há aquelas que tratam bem dos velhinhos, como O Lar de Abraão – Abrigo para Idosos no Catumbi, asilo dirigido pela Pastora Mirzi da Igreja Batista Renovada Independente, com longa lista de serviços prestados aos seus fregueses.
As escolas de marketing, o SEBRAE e outras universidades de ensino de administração, precisam criar a cadeira de Administração de Igrejas. É muito importante, o Josué da Kronex está lançando um IP-comunicador que ligará todos os crentes de uma seita, interligando-os para receber comunicações dos seus pastores, bispos e reverendos, transformando a missa para todos em tempo real a custo quase zero. A missa virá pelo celular. Essa revolução deveremos agradecer ao Collor e ao FHC que modernizaram e privatizaram o setor da telefonia.
Onde está a sua igreja? Você freqüenta e colabora como voluntário, ajudando os velhinhos, os eventos, os bazares. Você paga o seu dízimo ou está no Serasa da IURD.
Com a palavra o Ministro Pedro Capp e a oposição do Carlos Alberto Santos.

Rio de Janeiro, 02 de setembro de 2011

O JÂNIO ESTAVA CERTO!

Plinio Sales

A confusão política brasileira é tão grande que chego a duvidar da capacidade de Deus ajudar. O Jânio talvez tenha jogado a carta errada. Perdeu! O povo perdeu mais e como diz o Marcelo, sobre a virtude do corno, perdeu muito mais e a longo prazo.
O mar revolto das confusões tem muitas ondas, com movimentos diferentes. A todo instante bate nova onda. E o pior é que se delega aos mais incompetentes para surfá-las.
Tem a onda dos royalties do petróleo num confronto de um por todos e todos por um, com 650 parlamentares para chegar ao consenso. Ora se já é difícil chegar ao consenso em nossa casa, preferindo dizer sim senhora sempre. Chega nos dar saudades a ditadura.
É simples a solução: avalie o valor do patrimônio público brasileiro, transforme em LTN e distribua aos 200 milhões de brasileiros. Cada um receberá US$ 12,0 milhões e se acaba com a miséria, a pobreza, a fome e a guerra dos royalties do petróleo.
Tem a onda da taxa de juros, coupon, milhões de analistas pra quê? Pra nada! É a mesmice. É fácil resolver, é só o governo não se meter. Deixe a taxa de juros por conta do povo. O tal mercado vai regular tudo. Se o governo meter a colher não dará certo, é como polícia invadindo favela: só dá bala perdida.
Tem a onda da taxa de cambio, tentando surfá-la com atitudes quixotescas do Mantega, enfrentando moinho de vento. É fácil a solução, basta descolar o real das moedas estrangeiras, deixar a taxa de juros livre e criar uma zona livre de moedas estrangeiras, operada pelo Armínio Fraga.
Tem a onde do salário mínimo, com pelejas, todos os anos, na mesma época com os mesmos pelegos e demagogos. É fácil resolver, mude o foco da questão de salário mínimo para salário máximo. Fixemos o salário máximo em dividir o valor do PIB do ano anterior, pelo número de pessoas (população) do ano seguinte (PIBt-1/Popt+1) e se obtêm o salário máximo. A partir desse número os empregadores, os empregados, os sindicatos e os outros interessados, negociem as reduções por estado, categoria profissional etc. Faz-se uma tabela indicando os descontos por profissão. Por exemplo:
·        Engenheiro – PIB – menos 50%
·        Marceneiros – PIB – menos 80%
E assim por diante. Cada diferencial de desconto se transforma na poupança bruta nacional: na filosofia do que não se gasta, se poupa. (Ver Keynes, folha 374, linha 12)
Então insisto o Jânio tinha razão, neste grande circo eu não quero ser ator. Né seu Shakespeare. Eu posso ser ator, mas não sou palhaço.

Rio de Janeiro, 01 de setembro de 2011

INTERCAMBIOS UNIVERSITÁRIOS

“CONTRA-INCENTIVO AO TURISMO”
Plinio Sales
As propostas de empresas em promover intercâmbios universitários está cada vez mais ativo, carregando milhares de estudantes brasileiros às universidades na Europa, na América do Note, Austrália, na Ásia e em outros países até mesmo na América do Sul. Ainda não se mediu o grau de eficácia desse sistema, sob o ponto de vista do aprimoramento técnico e cultural. Sob o ponto de vista do turismo é bastante alentador. São muitos cursos, até curso de mandarim já estão sendo ofertados.
É possível fazer um contra-ataque para atender essa demanda dos estudantes e melhorar a balança de divisas por causa do êxodo de estudantes-turistas. Sem falar no seqüestro de talentos brasileiros, que se transferem para empregadores do exterior.
Há várias formas de estruturar esse contra-ataque. Vamos especificar dois:
1.    Fazer convênios com as embaixadas e consulados estrangeiros, para instalarem em seus territórios diplomáticos, centros de incubadores de universidades dos seus países para apresentar cursos de aprimoramento aos estudantes brasileiros, de forma que eles estudem no Brasil.
1.1.       A contrapartida seria fazer a mesma coisa nas embaixadas e consulados brasileiros no exterior.
2.    Criar Zonas Especiais de Educação Pós-Universitária -ZEPUS– onde se instalariam sucursais, subsidiárias ou licenciadas por universidades do exterior para oferecer cursos especializados aos estudantes brasileiros no seu próprio país.
Por exemplo, selecionam-se áreas em centros urbanos das capitais do estado, ou cidades importantes universitárias como Campinas ou em Municípios progressistas como por exemplo Belo Horizonte, Ilha do Governador, Guarapari, Fernando de Noronha e outras da mesma qualidade.
Nessas ZEPUS se concederia todas as facilidades, incentivos, regalias especiais a professores e livre remessa dos lucros, sem imposto de renda, para o exterior paralelamente a entrada (importação) de equipamentos e outros bens, físicos ou virtuais, teriam 100% de proteção cambial, sem qualquer imposto.
Equivalente a uma Zona de Livre Comércio.
Com essas duas medidas bem trabalhadas, atenderíamos pelo menos 50% dos estudantes que vão e 100% dos estudantes que gostariam de ir e não vão. Acrescentaria ainda, os estudantes do exterior que passariam a se pós-graduarem no Brasil.
Antes de qualquer crítica vamos fazer uma experiência de 10 anos e, depois, medir os resultados em termos de custo-benefício do país social.

Rio de Janeiro, 31 de agosto de 2011