quarta-feira, 21 de setembro de 2011

É PRECISO REFORMAR A DEMOCRACIA BRASILEIRA
(ELA NÃO EXISTE)
Plinio Sales

As reformas políticas, defendidas por todos menos pelo povo, que foi motivado a participar nas diretas já. A história está ausente em mostrar resultados favoráveis ao povo, por causa de revoltas ou revoluções das quais fez parte. Foi assim com a derrubada dos Faraós, foi assim com Hitler, foi assim na queda da Bastilha. Foi assim na Inconfidência Mineira e outras.
O povo sempre entra como otário, já é uma simples bucha de canhão.
A democracia brasileira tem tudo menos governo (cracia) do povo (demo). Há um congresso que se comporta como uma agência de emprego e balcão de negócios, sem prejuízo das exceções.
As reformas políticas propostas são meros remendos, como o financiamento das eleições. Pergunta-se quem paga? Lógico que é o povo. Pra quê, pra nada. Mudar o sistema de voto para distrital ou candidatos em lista. Pra quê, pra nada. Adotar o processo seletivo da ficha limpa. Pra quê, pra nada.
Como explicar essa tão encantada democracia em que o povo escolhe candidatos dos quais esquece 24 horas depois. Pra quê, pra nada.
Tudo isso reforça a tese de que devemos provocar o efeito-zero:
1.    Democracia Zero
2.    Congresso Zero
3.    Novas leis Zero
4.    Eleições Zero
5.    Partidos Zero
6.    Banco Central Zero
7.    Incentivos Fiscais – Zero
Conduzindo a grande reforma da democracia brasileira, basta copiar a organização de uma grande empresa vencedora; tipo IBM e outras. O organograma da administração brasileira deveria ser construído pelo modelo simples:

Presidente
(Eleito pela Assembléia Anual do Povo)

Vice Presidente --------------------------------------------- Assembléia do Povo

Diretores (10)

Com um máximo de 10 ministros e fiscais em cada estado do Brasil, dirigidas por vice-ministros.
Elimina o Congresso de 650 parlamentares, reduzir para um comitê parlamentar com um representante de cada estado.
O povo votaria de 5 em 5 anos, em Assembléia Geral, pela Internet, na qual escolheria o Presidente e os parlamentares estaduais.
Encontrar uma fórmula constitucional para outorgar ao Supremo Tribunal Federal para revogar as leis inócuas existentes e programas a aprovação de leis nacionais importantes, a serem incluídas na constituição que seria a lei única.
Esse formato seria mais barato e mais flexível como forma coorporativa de governar democraticamente.
Reforma já!

Rio de Janeiro, 05 de setembro de 2011

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