Plinio Sales
De 1500 até hoje 2011, e se pensarmos com visão telescópica para 2.100, estamos convictos da necessidade de reformular a política de relações internacionais do Brasil. Não se ouve falar nada relevante da diplomacia brasileiro no mundo. É o mesmo lugar comum de diplomatas, esperando a aposentadoria logo para ser contratado como relações lobistas de uma multinacional.
Mostrem-me se estão em algum fórum internacional defendendo:
1. Acabar com as fábricas de armas no mundo e transferir os recursos para terminar com a fome e a miséria do mundo.
2. Criar o Fundo Patrimonial da Humanidade, incorporando o patrimônio físico e virtual da terra, num grande fundo ou em fundos setoriais, e distribuir cotas para os 8 bilhões de pessoas que constituem a humanidade atual, eliminando a fome e a miséria.
3. Criar o Instituto Mundial de Capacitação Profissional dos Desempregados, com recursos da ONU, reduzindo o desemprego a zero. É uma questão de mudar a fonte e custeio, mas que no fundo quem paga é a própria humanidade.
4. Defender a Universalização da língua, onde em qualquer parte do mundo se fale a mesma língua, fazendo avançar a comunicação entre os povos.
5. Defender a criação de Zonas Especiais de Tecnologia, estimulando a criação e a transferência livre de tecnologias e de educação, sem restrições e sem barreiras, acessível a todos os estudantes do mundo.
6. Instituir Centros de Pesquisas para planejar a mudança do povo da Terra para o Espaço, antecipando-se a destruição ambiental da Terra.
7. Estimular a ciência para descobrir formas da comunicação psicosensorial, eliminando os meios de comunicação atual via conexões, reduzindo a simples comunicação mental.
Esses são apenas 7 pontos para repensar as nossas relações internacionais, pensando para humanizar o povo da Terra a um custo social, sustentável em benefício dos futuros terráqueos.
Para isso não é necessário essa quantidade de diplomatas brasileiros, dispersos e confusos, no mundo, apresentando taxa de produtividade social, bem próximo de zero, com grande custo social pesado aos cofres do povo.
Numa primeira fase entupir o mercado sul-americano de diplomatas brasileiros, todos dedicados a fortalecer o Livre Mercado Sul-Americano, sem barreiras, com moeda comum, logística integrada, criando um mercado comum de 300/400 milhões de pessoas. Os outros, sobrantes, transforme-os em professores de diplomacia e distribua-os nas universidades brasileiras e no Ministério do Turismo, propagando as virtudes das riquezas brasileiras.
Seria um bom serviço prestado ao Brasil pelos diplomatas pró-ativos do Itamaraty.
Rio de Janeiro, 12 de setembro de 2011
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