Plinio Sales
Tenho tomado conhecimento da ocorrência de fatos impossíveis, confiando no dizer de Einstein de que Deus não joga dados: Se acontece é pra acontecer, assim está determinado.
Com esta lógica na mesa, como podemos explicar que uma laje pesada caia sobre a cabeça de uma pessoa, trabalhando pensativamente em seu escritório-residencial, em frente ao seu computador-PC. Ele foi atingido na mira e o computador escapou ileso, por estar a centímetros de distância. Será que ele era o alvo. O que fez, durante toda a sua vida, para ser castigado. Poderia ter sido um erro de personna? Pela lógica de Einstein, não: tinha que ser o cara!
Recorro para lembrar de um acidente com minha irmã, cheia de vida e de planos: um ônibus, manobrando, matou-a, passando por cima dela sem dó, nem piedade. É inacreditável ser atropelado por um ônibus em manobras, numa rua calma. Nesse caso não da para justificar o fato impossível.
Existe algum ponto de união entre os dois fatos, ocorridos com um lapso de 30 anos, entre um e outro. Podemos excluir o tempo dessa análise, pois ele não interfere. Também não acredito que Deus, assessorado pelo Diabo, tenham planejado esses fatos tão cirurgicamente, mesmo que pretendesse convocar o Prof. Antonio, hoje, e a minha irmã, naquela época, para realizar outra missão em outra dimensão espiritual.
Nesse caso poderíamos consultar os profetas indianos ou ao Sr. Alan Kardeck.
Realmente, esgoto sem sucesso as artes da minha lógica. Tenho que voltar aos bancos escolares para reaprender a nova lógica para justificar os fatos impossíveis, enfrentando a teoria do caos. Quem é que está por traz disso, porque faz isso, por que é assim e que finalidade pretende.
Desculpem-me em levantar uma questão, onde tenho mais dúvidas do que marido de Vedete. Fica um debate eunuco, sem a certeza do Zé de que depois das 5 horas da manhã, o namorado da mulher dele já saiu e ele pode ir pra casa sem susto.
Resta orar pelos infortunados do mundo, esperando que estejam alistados na legião de anjos que nos protegem.
Rio de Janeiro, 23 de agosto de 2011
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