Plinio Sales
As notícias sobre revoltas populares aparecem em todos os jornais e em todos os meios de comunicações. Esta na Síria, na Bolívia, Espanha, França, Egito, Grécia, Canadá e outros países menos conhecidos. São várias motivações, desde os ecoverdes, os anti-islâmicos, conspirados por motivos políticos ou sociais. Reinvidicações de todas espécies. Só falta a revolta dos aidéticos e dos cancerosos.
Flutuando sobretudo isso, vemos o manto da corrupção, confessada e nas sombras, de funcionários públicos ou representantes do povo. A erva daninha da corrupção já está no porões da justiça. É igual a piada do português: é o mundo todo!
Mas tudo isso é o retrato aparente da borbulha da massa social subterrânea que sobe a superfície, como se fosse uma panela tampada de água fervente.
Os movimentos sociais, eles se movimentam, através da história, em camadas em movimentos, cada uma a seu ritmo. A de cima – a que borbulha – a imediatamente inferior – a subterrânea – e esta mediana se propaga na faixa pétrea, a que se movimenta mais lentamente, mas quando receber energia transmitida das faixas superiores, produzindo o efeito borbulhani: o tsunami dos movimentos.
O termômetro das borbulhas sociais está medindo o aumento da temperatura da faixa social subterrânea. São as borbulhas de toda espécia: borbulhas éticas, borbulhas religiosas, borbulhas de piratas, borbulhas do aquecimento, borbulhas do movimento GLS, movimento Nazista, movimento Afroreggae, borbulhas mal cheirosas e outras borbulhas nesse espaço geográfico.
A energia dessas borbulhas está descendo a massa subterrânea. Se não cuidar, essa condução térmica vai descer e esquentar a massa pétrea abaixo do pré-sal social.
E aí meu amigo, soltará o gênio do Borbulhani, emergindo abruptamente na superfície e virá a Terceira Guerra Mundial que destruirá a terra.
Quem sobrará? Somente aqueles que Deus vai capacitar para gerar uma nova sociedade mundial, que será mais uma oportunidade de vida sadia, ética e fraternal.
Essa paz não está no dinheiro. Está no espírito, na alma, seja lá o que é isso.
Cuidado com o Borbulhani da sociedade.
Quem viver verá!
Rio de Janeiro, 04 de agosto de 2011
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