Plinio Sales
É mais fácil e comum a gente se preocupar com o motor do nosso carro do que do nosso cérebro, muito embora nada vale nada se pegarmos o mal de Alzeimer ou o mal de Parkson por falta de manutenção do cérebro.
Precisamos, todos os dias, regenerar nosso cérebro, melhorando sua capacidade de concentração, aprendizado e energia para uma vida inteira de alta performance mental. É necessário defendermo-nos da perda de memória e de outras funções decorrentes da idade.
Um programa de manutenção do cérebro é uma simples questão de treino para manter os elementos cerebrais ativados.
Vamos fazer uma jornada nas profundezas do cérebro. Há tanta coisa lá – muito mais do que se imagina.
O cérebro contem uma rica galeria de conhecimento, talvez esteja parcialmente inativo, porque sua memória e seus potenciais cognitivos inacessíveis, podem estar famintos, maltratados e subdesenvolvidos.
Mas a riqueza de conhecimentos esta la e muito viva, fisicamente codificada, praticamente imortal, esperando para que você a alcance.
E ai a importância do motor se impõe para ativar o cérebro e iniciar o movimento das ações psicológicas.
O bom uso do cérebro, motivado para agir sôbre o comportamento das suas funções, fatalmente o fortalecerá. Fica robusto para dar causas defensáveis aos pensamentos e, por sua vez, aos comportamentos pessoais.
O cérebro bom e sadio tem vida longa. A longevidade do cérebro será o líder de todos órgãos do corpo humano: A única coisa que podemos fazer de bom com o nosso cérebro é: “Não perder a cabeça” de qualquer maneira.
Se arrumamos o envoltório quando vamos ao salão de cabeleleiro. Com vários graus de satisfação, fazemos melhor a nossa presença estética, trabalhada para impressionar.
Essa virtual aparência é sociologicamente defensável, qualificando seu comportamento de metrosexual para o resto da vida.
Não só o asseio externo deve ser feito, mas principalmente alimentá-lo com nutrientes-chave e com tônicos naturais para o desempenho máximo da mente.
“Mens san e Corpore san...” , qualificar o nosso comportamento.
Viva Zapata
Rio de Janeiro, 28 de março de 2011