quarta-feira, 23 de março de 2011

BARREIRAS DO IMPOSSÍVEL


Plinio Sales

Todos os sonhos que temos podem se tornar realidade. O sonho é a matéria prima das coisas.

Tudo que se pensa pode ser fabricado. O bom exemplo são as idéias do livro “As Vinte Mil Léguas Submarinas” que antecipou a invenção do submarinho. Estava na cabeça do autor, os engenheiros estrategistas o transformaram em realidade, mas que já está obsoleto.

O transporte submarino será feito por veículos velozes como as baleias, utilizando-se dos mesmos recursos que elas usam. São pesadas e se movem com mais velocidade do que os lentos navios. Elas usam as Leis de Newton a seu favor. Faz como Deus ensinou.

Os estrategistas engenheiros ainda estão evoluindo e não foram tocados pelas técnicas divinas. Chegarão lá.

Nessa velocidade do contra-ambiente, os seres vivos da Terra ou vão morar no mar ou vão morar no espaço, ou nos dois ao mesmo tempo. Eu prefiro o ar pela liberdade de movimentos e de pensamentos.

Tenho esperanças que a própria mãe terra, como um ser vivo que é, reaja a tempo e produza antídotos capazes de anular os efeitos negativos da poluição e varra o efeito estufa, gaseificando-o.

Não há limites para esse tipo de ação. São atitudes do Diabo para forçar a olhada de Deus para as suas maldades, como criança quando quer chamar a atenção dos pais.

Esse tal do impossível é mera ilusão científica. Se a gente, não souber que é impossível a gente vai lá e faz.

Há alguns anos, nós não tinhamos o recurso de falar por telefone, ver televisão e usar internet, nem pensar. Hoje o mundo está na nossa cara, nos cobrando rapidez de toda ordem.

Como educar e atender as angustias dos filhos, se já aos 3 anos, está te pedindo um computador e pesquisar no Google.

Os pais viraram o que está na internet e nas televisões.

Alô, alô gente, nós os veteranos, ainda estamos aqui: Prestem atenção: Eu estou falando Porra !

Nem tudo é impossível, mas as barreiras para ultrapassá-lo parece o muro de Berlim.

As barreiras do impossível serão derrubadas pela ação do pensamento.


Rio de Janeiro, 23 de março de 2011.

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