Estamos vivendo os momentos divinos do Presidente Obama no Brasil. Nada mais importante e histórico do que receber o Presidente Obama em alta classe por se tratar do presidente da maior economia do mundo, com as honras e referências que merece. Ave Obama!
Em sua economia tem feito movimentos de circo para se equilibrar entre a ponta do desemprego e a baixa taxa de crescimento econômico, uma coisa ligada a outra, regidos pelo jogo hameletiano da taxa de juros. Tudo isso numa comissão de frente puxada pelo coro do partido republicano que segura-o em rédeas curtas, para não ver ele recuperar sua popularidade, latente pela simpatia e seu movimento de bailarino. É um equilibrista nato. Se conseguiu chegar até onde está, se ninguém sabe ao certo sua origem em cima de uma jogada ilusionista da CNB e da internet, ambos aliados do fenômeno Obama, em oposição do sorriso que a Hillary carrega em evento Fashion Mall.
Ele Obama que se confundiu, por falta de experiência, dizendo que o Lula era o Cara. Não era e jamais será, porque falta um dedo que o desequilibra ao parar para pensar. Porém ele chega ao Brasil, como o cavaleiro da esperança para o desastrado do PT que precisa provar que é contra-esquerda sem definir bem o que é isso, pois senta-se em cima do mensalão do Zé Dirceu na armadura de proteção do ministro Joaquim Barbosa que se comporta como um grande dinossauro do pré-sal.
Para proteger o grande e poderoso presidente nas plagas do Rio de Janeiro, próximo do Iraque-Vidigal, onde fica sua residência temporária no magnífico Hotel Sheraton, foi montado o circo do pentágono em cima de uma parafernália de seguranças de todos os tipos, armados até os dentes, inclusive com mísseis anti-aéreos. A turma do Tráfico do Vidigal se preparou para o enfrentamento, mas como não são otários, armaram suas barracas de venda de pó e de maconha, ao longo do percurso para atender seu maior freguês e consumidor, dotado de um belo poder de compra, ajustando os preços para dólar ao cambio- droga com grande margem de lucro.
Aí se pergunta! Se Deus Chegasse sem Alarde, na recepção do Hotel Sheraton e pedisse a Bianca, uma suíte Obamesca pra dois dias, ninguém iria se alvoroçar por causa disso. Sua bagagem seria levada ao seu quarto, com a segurança do mensageiro Francisco Lima, e tudo correria normal. Olha que se trata da entidade mais poderosa dos 7 bilhões de universos.
Agora o Presidente Obama, Presidente de um país em declínio que em 2100 será um emergente do inverso mundial, situando-se no 15° lugar do ranking, se protege com um exercito de pessoas, imobilizando uma coletividade protetora de quase 100.000 pessoas, ao custo do PIB do Rio de Janeiro.
Ora amigos, o Deus Obama é mais importante do que Deus, porque precisa demonstrar essa fraqueza tão grande, que não consegue andar sozinho na Av. Niemeyer. O que ele fez de errado. Porque não contratar Deus para Guiá-lo nas trevas da paz da UPP do Vidigal.
Ave Obama! Que Deus o proteja!
Shallon, Shallon.
Dia, 17 de março de 2011
Plinio Sales
Em 18 de março de 2011 14:27, Luis Alcazar escreveu:
ResponderExcluirMeu caro Plínio
Concordo com a tua visão do Obama todo poderoso, mas que tem medo de sua sombra. È assim com os donos do poder que mandam os outros brigar suas guerras e o aparato de segurança montado em seu entorno é fascista, para dizer o mínimo. Vc percebe isso na tua alegre e bela vizinhança e nos conta isso. Parece que o poder tem medo dos homens simples.
Não gosto muito da alusão personalista de conceitos que devem ser impessoais apesar de serem pensados e agidos em nome de pessoas. Mas as ideias e os ideais que nos regem são filosofias de vida que dizem quem somo, mas que tendem a nos situar no melhor convívio com os outros. E isso é difícil, mas fundamental. O convívio com o oposto e a nobre arte do contraditório exige uma forte dose de perceber inteligências e paixões dentro dos seus limites de existência. E conviver com estes limites é que mostra a grandeza do nosso espírito.
Todos nós temos opiniões sobre os atores que se sobressaem ao nosso redor. Seja pelas suas inteligências, por sua arte, por suas paixões ou pela simples e singela amizade. Mas há que se ter cuidado quando ridicularizamos alguém simplesmente porque não concordamos com o que fez.
Não admiro facilmente a pessoas, talvez por meu rigoroso sistema de valores que me são caros, todos nós os temos, e eu sou um admirador do Lula. E opinião, todos temos diferentes. Até ai nada demais. Saber conviver com esta diferença é uma arte, mas também uma clara demonstração de civilidade.
Dentro do campo de discussão de ideias e pensamentos, que vc faz no teu texto expressando o sentimento de agressão que a aparatosa demonstração de medo e força traz o Obama, a alusão à ausência do dedo mínimo do Lula, uma boutade de mau gosto, a meu ver, não é elegante e não faz jus a tua inteligência. Lembre-se que o que aconteceu foi um acidente de trabalho a quem todos estamos sujeitos e no seu caso com um forte dose de negligencia trabalhista. É um defeito físico, algo brutal na nossa psique narcisista, que pode até ser alvo de pilhérias, mas que não devem ser justificativas para o embate de filosofias distintas.
Podemos criticar pessoas pela sua forma de pensar e principalmente pela forma de agir, quando colocam em pratica suas ideias. Eu sempre advoguei que um homem não é o que diz, mas o que faz. O discurso é enganoso e pode ser mal interpretado. Não a ação.
Mas essa é uma longa discussão que já teremos oportunidade de fazer pessoalmente na bela companhia de um bom vinho e do suave aroma de um charuto de boa cepa emoldurados pelo colorido das casas do Vidigal e suas vidas com alma.
Um grande abraço e é sempre um prazer receber teus textos.
Luis Alcazar