sexta-feira, 12 de novembro de 2010

A BABEL GLOBAL

Como sabemos a biodiversidade da espécie humana é explicada por duas ou três matrizes do DNA. Aposto até que seja uma só e ramificou através dos séculos em amarelos, brancos, morenos, pretos que formam o arco Iris das facções populacionais na terra.

Do mesmo modo, por analogia com esse processo,, a língua falada também tem um DNA de origem. Hoje são inúmeras línguas, dialetos, sinais gráficos e gestuais, diversificados por tribo, localidade, região e condições climáticas. E por conseqüência também a comunicação escrita.

Fala-se mandarim, eslavo, português, espanhol, inglês, francês, tupi-guarani e tantas outras, mas todas têm raízes comuns. Se nos aprofundarmos nas raízes, ou seja se radicalizarmos, fatalmente com técnicas de pesquisa científica, seremos apresentados aos pais das línguas faladas na terra: “A palavra de Deus”.

Estamos nos aproximando dos 9 bilhões de pessoas lá pelos anos 2050. Seria muito importante, em benefício da comunicação global, que cada indivíduo, em qualquer lugar do planeta, se encontrassem e apenas falassem de si para si: “Olá, tudo bem !”, e se entendessem completamente. Que feijão fosse feijão no Ceará e igualmente feijão em Istambul.

A comunicação entre os povos seria simples e fluída, dando extrema velocidade à divulgação de idéias ensino e aprendizagem. Os professores seriam professores nessa língua Universal. Já tentaram em épocas históricas desenvolver o Esperanto: não pegou ! Mas, precisa pegar para o bem da humanidade.

A Babel ainda está circulando nos continentes, de forma global. Precisamos levantar a bandeira da Palavra Comum e fazer a nova história das comunicações. Por enquanto o Google está ajudando com a ferramenta do tradutor de texto. Contudo não podemos traduzir “I book your face” por “eu livro sua cara”, útil mas não dá. Quebra um galho.

E assim recomenda-se a retomada do neo-esperanto. Deus é Deus em qualquer língua.

Essa é a nova cruzada: Vamos divulgar o Esperanto e acabar com a Babel Global.


Rio de Janeiro, 13 de setembro de 2010.

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