No mundo de hoje encontramos diversas religiões, cada uma agregando dezenas a centenas de milhões de adeptos, sobressaindo entre elas o cristianismo, o islamismo, o hinduísmo, as religiões chinesas, as quais compreendem mais da metade da população mundial.
Podemos definir como religião um conjunto de crenças relacionadas com aquilo que parte da humanidade considera como sobrenatural, divino, sagrado e transcendental, bem como o conjunto de rituais e códigos morais que derivam dessas crenças.
Embora no conjunto das religiões se encontre muitas crenças e filosofias diferentes, é possível encontrar características comuns entre todas elas.
Um dos princípios fundamentais de todas as religiões é o desenvolvimento de valores morais, códigos de conduta, harmonia entre os seres e senso cooperativo em uma comunidade, com todos vivendo em paz à procura da eterna felicidade.
As religiões dominantes são aquelas que acreditam num só Deus: são as monoteístas.
A fé professada, pelas religiões, vem demonstrando uma energia renovada e com influência, cada vez maior nos assuntos do planeta. Seria um erro muito perigoso para um político ou estadista ignorar ou deixar a um segundo plano a religião.
Em campanhas eleitorais, candidatos são obrigados a responder sobre religiões e se vêm obrigados a participar como representante de determinada religião.
A sabedoria dos líderes religiosos prega ensinamentos para disciplinar os seres humanos e fazer com que estes aderissem aos ideais da virtude e da justiça.
Em alguns continentes populosos se observa que as religiões crescem significativamente, os quais serão num futuro próximo os centros dessas religiões.
Considerando os princípios filosóficos das religiões e da sua importância na espiritualidade no mundo, precisamos recodificar as suas linhas mestras para reduzir os conflitos entre os irmãos de religiões diferentes, tentando afirmar que o ódio deve ser sobrepujado pela fraternidade de todos sob a tutela de um único Deus.
Com esse propósito de convivência pacífica entre todos os povos, respeitando a diversidade de religiões, justifica-se acelerar um movimento social no mundo inteiro para criarmos a Organização das Religiões Unidas, a ser popularizada como ORU.
A estrutura dessa organização poderia assemelhar-se a da ONU, graduando-se as representações num sistema bicâmeral.
Numa das câmaras, cada religião com mais de hum milhão de adeptos, teria direito a um representante. Na outra, adotar-se-ia um critério de peso, em função do número total de adeptos registrados em cada religião, atribuindo-se pesos proporcionais ao número de adeptos.
As decisões seriam proferidas em reuniões conjuntas, por maioria de votos, mediante critérios a serem regulamentado pela maioria das religiões, sendo que cada uma teria direito a um voto de qualidade, independente do número de representantes.
As religiões aprovadas nas Câmaras da ORU seriam consideradas de cumprimento obrigatório por todos os religiosos do mundo inteiro.
Na primeira Assembléia Geral dos Patriarcas, deveriam aprovar um conjunto de créditos no qual os princípios a seguir listados poderiam pavimentar as normas de comportamento de todos os religiosos.
1. A ética, como princípio básico.
2. A integridade.
3. A responsabilidade.
4. O respeito às leis e regulamentos.
5. O respeito pelo direito dos demais cidadãos.
6. O amor ao trabalho.
7. O esforço pela poupança e pelo investimento.
8. O desejo de superação.
9. A pontualidade.
Seria como fundamento básico da ORU proclamar a Paz e a Harmonia entre os povos.
Vamos criar a ORU já.
e publicado em 15 de novembro de 2010.
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