Plinio Sales
A grande sociedade subterrânea e invisível está construida pelos judeus históricamente, pelos árabes por causa do petróleo e, recentemente, pelas super reservas chinesas que hoje detêm 50% da dívida pública americana.
Há um forte jogo sendo jogado por esses players, usando a moeda como arma de ataque e reforço de poder em razão do crescimento da pilha de ganhos nesse covarde jogo de poquer financeiro. Se procurar e investigar iremos encontrar uma grande gama de crimes financeiros. Quem perde nessa guerra, apenas os mais fracos, os sem dinheiro, os que acreditam em Deus e no seu filho amado Jesus. Enquanto isso os Georges Soros e semelhantes estão nadando de braçadas nesse mar revolto financeiro.
É impatriótico ver os lementos da Grécia, Portugal, Espanha, Itália e até a França está indo no mesmo caminho. Mais de 500 milhões de pessoas estão sendo atacados por uma quadrilha de 10 a 20 banqueiros credores, que são sempre os mesmos a séculos, sucessores dos Rostschilds e outros.
Onde vai parar isso: no Apocalipse das finanças mundiais. Quem será o vencedor no final. Sem dúvida será o Diabo.
Porque não fazemos uma fusão do Alcoorão com o Torá e colocamos ordem nessa suruba internacional. É preciso que os árabes do petróleo, associem-se com os judeus banqueiros, criem um Fundo Internacional de Resseguro do FMI. Comece com a prática da matemática, somando as dividas internacionais da Europa, dos Estados Unidos e de outros países que se interessam, chegando a um grande total. Imediatamente, depositem esse total a disposição do FMI para que ele renegocie as dívidas de todos os países para pagamento em 100 anos. Essa fase consolidada, o mercado estabiliza e as economias andando normalmente, então se constitui o Comitê de Acertos Internacountries, acerta-se a matriz dos débitos e créditos, emitindo-se títulos de resseguro, pelos saldos devedores e os negociando no mercado internacional. Consultar o Gerry Rocos e o Armínio Fraga para fazer essa engenharia.
Precisamos fundir o Alcoorão com o Torá e fazer um Consórcio com a China, senão ninguém sobrará para ver o sol no horizonte.
Rio de Janeiro, 18 de julho de 2011
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