Plinio Sales
As distorções na distribuição das riquesas possuídas pelos 500 mais ricos do mundo precisam ser repensadas na ótica da sustentabilidade da qualidade de vida social.
A política fiscal já não é suficiente para equalizar o poder de compra dos mais pobres com o poder de compra dos mais ricos. Esse gap não fecha, porque as resistências são fortes e anti-sociais. Esquecem que o bicho pode crescer e comer o dono. E aí será tarde. Podemos discutir novamente um grande contrato social, constituido pela vontade política das elites e dos governantes. Chama-se de revolução social reversa. Nós da maçonaria pregamos muito disso no campo da fraternidade, liberdade e igualdade social. Se já há uma acumulação de riquezas para um lado ou segmento social, vamos por o dedo de Deus para dar uma arrumada, antes que essa placa tectônica social vire um tsunami-revolucionista.
Outra providência que pode ajudar fortemente o encontro da paz e a redução das injustiças sociais é fechar as fábricas de armas do mundo inteiro. Transfira-se os recursos financeiros, tecnológicos e organizacionais, em direção ao combate a fome e a miséria do mundo. Em pouco tempo, pegaríamos o trem das onze e voltaríamos felizes pra casa.
Outra revolucionária decisão política seria unificar as línguas faladas por todos os povos da Terra, facilitando a vida dos cidadãos. Me Tarzam, you Jane!’
Em muitas dessas idéias, deveremos adotar o princípio de Goebells que ensinava ter que repetir mil vezes até virar verdade. E, mais moderno, “we can”!
Rio de Janeiro, 25 de julho de 2011
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