segunda-feira, 15 de novembro de 2010

ABRA AS ASAS SOBRE NÓS VAMOS VOAR

Estou sentado na beira do caminho refletindo o nosso futuro no Planeta Terra. O globo terrestre é composto em 70,8% de água e 29,2% de montanhas, desertos, planícies, planaltos e outras formas de relevo. Dessa água toda, apenas 3% é de água doce para lavar, cozinhar, beber, produzir alimentos e outros usos animal. Nesse conjunto contamos com 5 oceanos banhando 6 continentes.

Essa crosta terrestre está limitada desde a sua criação, conforme a Palavra de Deus.

Já no momento da criação Deus planejava relocalizar todos seus habitantes para Novos Céus e Novas Terras, prevendo essa providência quando a terra completasse a idade de 5 bilhões de anos.

Atualmente a população, só de seres humanos, compõe a grande sociedade mundial com 7 bilhões, habitando os 6 continentes. A ONU prevê que em 2050 serão 9 bilhões e projetando o crescimento de 1 bilhão em cada 12 anos, em 2.300 a população mundial será de 30 bilhões de seres humanos, sem contar a fauna e a flora.

A oferta de espaço da biosfera está limitado, mas o crescimento dos habitantes não. Como conseqüência o ambiente global será mais intensamente explorado e necessariamente degradado, por mais preservação e conservação que os ambientalistas adotem em seus programas sustentáveis de desenvolvimento.

Somente os recursos hídricos, como vetor importante da vida dos seres humanos, dos animais e da flora, ficarão exauridos neste final da criação, obrigando realizar o projeto da relocalização.

A relocalização pode ser dirigida para os oceanos que possuem 97% de água salgada. Ou noutra direção de um espaço maior que são os novos céus da Bíblia da Criação: “novos céus e novas terras”.

No transcorrer do tempo, novas tecnologias serão descobertas com a orientação de Deus, evitando o fim do planeta antes do prazo. Uma das tecnologias de grande utilidade é o processo de retirar o sal da água do mar. Os israelenses já têm esse conhecimento que nos próximos 20 anos estará disseminado a todas as Cedaes do mundo. Acompanhando esse processo, o preço da água para alimentação, asseio e agricultura será mais caro que o preço do petróleo.

Diante desse quadro, os ambientalistas de todas as entidades devem rever sua agenda de prioridades: antes do aquecimento global, efeito estufa, emissão de CO2, buraco do ozônio devem se preocupar com o crescimento das populações e da oferta da água para uso animal. Os outros temas também são importantes, mas devem ficar em plano inferior de monitoramento.

Hoje, ser ambientalista virou moda e fonte de emprego de milhares de pessoas, autodenominado de verdes. Propagam discursos, nos quais o homem deixou de ser o centro e beneficiário final do trabalho da natureza.

Na bíblia que reflete a palavra de Deus, aprendemos nos Gênesis 1.26 e 1.28, Lucas 16.2 e Mateus 6,28 e 29 que a preocupação com a proteção ambiental não é monopólio das ONGS, similares ao “Green Peace”, que foram criadas para viver desse movimento social, sob vários pretextos.

Com o processo de expansão dos agentes que consomem os recursos naturais, associado ao limite da biosfera e da hidrosfera, o destino-solução dos habitantes do planeta Terra na relocalização do Plano da Criação será o espaço: a atmosfera.

Desse modo no longo prazo, temos que aprender a voar. As cidades serão satélites construídos no espaço, mais próximas da lua e do sol. Os transportes serão com uso de espaçonaves e ônibus espacial.

Haverá novos céus e novas terras, como está escrito no livro da Criação.

Apertem os cintos, vamos voar.

Escrito em 7 de outubro de 2010.
e publicado em 25 de outubro de 2010.

Um comentário:

  1. De: Rodrigo Rocha - VideiraInvest Empreendimentos
    Data: 2 de outubro de 2010 03:42
    Assunto: RES: Artigo para Crítica
    Para: Plinio Sales

    Uau!

    Você está na onda verde mesmo Mestre Paladino. Como a Marina, está pensando não só o país como o planeta, não só como executivo, mas na ótica do planejamento estratégico, como sempre tem pontuado a tua vida.
    Trata-se de uma visão, sem duvida. Um dejavú as avessas, que nos faz pensar em como a contemporaneidade é irresponsável, de certo pela abundância que nos faz pródigos, deixando o chuveiro ligado, a mangueira ligada pra lavar o carro imediatamente sujo a seguir.
    Esse texto veio a calhar na minha decisão de morar nas montanhas mais altas, em cima de uma interminável fonte d’água que jorre incessante dos veios da rocha, origem de meu sobrenome!

    Rodrigo Rocha

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