Plinio Sales
Estamos sendo convovados novamente para transformar o Dois Irmãos. Em um monumento mais poderoso do que já é.
No passado, propusemos o projeto que chamamos de “Torre da Fé” e até fizemos uma poesias conforme o texto abaixo:
A TORRE DA FÉ
Um dia de sol
E cautelosa cerveja
No Bar do Mero.
Era sábado, por quê?
Era sábado!
Toninho me chama
De lado e diz:
“Doutor, olhe pra lá
Veja o Dois Irmãos!”
Olhei por cima
Das ruas tortuosas
E dos lares do Vidigal.
Noto o reflexo
Dos irmãos:
Os Dois Irmãos
Majestosos
Pelo ângulo de Ipanema.
Garbosos, sem igual,
Na subida do Vidigal!
Charmosos pela vista
De São Conrado.
“Bom, e daí Tuninho?”
“Doutor, vamos ganhar dinheiro, vamos?”
“Leve a idéia, Tuninho.
Dinheiro não é tudo.
Mas vamos lá
Explique melhor.
Jailson traga-me
Outra cerveja
Essa já foi!”
Toninho, apelido
Gambá, expõe:
“Doutor. Podemos
Fazer uma trilha
Pras pessoas subirem
Os morros!
Podemos cobrar um real, que tal?
Junto uns cabras
E com pouco dinheiro,
Em curto tempo
Temos a trilha pronta.
Dá pra pagar
A “cerva” sem afronta!”
Pensei bem na proposta
E ampliei a idéia:
“Botamos um mirante
Com o anel do Papa!”
“Hei! Doutor, como é isso?”
“Explico: o Papa João Paulo II
Deixou seu anel de presente
Para o povo do vidigal.”
Em pouco tempo
O Camilo fez o esboço:
A nona maravilha turística
do Rio de Janeiro.
Entra o time do Carlão
E a elegância do Galante.
Afinada a idéia;
Surge a Torre da fé
No Vidigal.
Dois irmãos, torre,
Mirante do Anel do Papa,
Elevador panorâmico
E parque ecológico.
Da trilha do Tuninho Gambá
Brota a Torre da Fé:
Nona maravilha
Da cidade mais linda
Do mundo.
Viva o Tuninho!
Paladino Torres de Almeida
No desenvolvimento da idéia o arquiteto Thiago Diniz Porto propôs uma idéia revolucionária, que poderia atender as rígidas exigências do órgão do meio ambiente do Rio de Janeiro. A nova idéia baseia-se na tecnologia do Zepellin, movido a gás, hoje com construção de alta segurança, baseado em proposta de técnicos alemães.
Seria um modeno de anel, circundando os dois morros, sem toca-los, amarrados ao chão de modo retráril. Esse mecanismo, funcionaria soltando o anel pra cima, quando estivesse em uso, e, retraindo ao chão, quando fora de uso.
Fez até uma maquete. É realmente uma boa e elegante idéia. O principal executivo do Prefeito Cesar Maia, o operoso Eider Dantas, aprovou a idéia e opinou que o Cezar Maia poderia aprovar, pois era homem de idéias. Logo depois fez a “Cidade da Música” que, queira ou não, os invejosos, será um marco da cidade do Rio de Janeiro.
A proposta do anel dos dois irmãos, idealizados pelo Thiago Diniz Porto está na hora certa de ser apresentada.
A vantagem desse projeto é de que pode ser construido, sem nenhum recurso público.
Já foi a Torre da Fé, agora será novamente o Anel do Papa, abraçando os “Dois Irmãos”.
Rio de Janeiro, 11 de abril de 2011.
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