Plinio Sales
Nos tempos atraz para fazer cálculos se utilizava de vários meios. Os dedos era o método mais pratico, mas tinham outros muito simples, marcar tracinhos de cinco em cinco: pegar o ábaco oriental até surgir as máquinas de calcular.
Leibniz inventou uma máquina de calcular em 1693, que foi além da de Pascal(1642). Enquanto a de Pascal só podia somar e subtrair, a de Leibniz podia multiplicar, através da repetição automática da adição, e dividir, através da repetição automática da subtração. Leibniz inventou também um elemento mecanico para o calculo da tábuas trigonométricas e astronômicas.
Esse aparelho demonstrou, também muito mais claramente que o de Pascal, que a manipulação aritmética seguia regras simples e repetições não necessitando absolutamente da imaginação criativa, ou de poder de raciocínio do cérebro humano.
Nos passos seguintes, chegamos ao grande computador da IBM, que ocupava salas inteiras e consumia grande quantidade de energia.
Os novos sistemais obrigava os novos estudos de linguagem de computador. Eu consegui iniciar-me no sistema cobol, mas não fui mais longe do que isso. Sou especialista em pesquisar no Google, visitar os sites de notícias, ver e-mails, encaminhar e-mails e digitar e-mails e enviar para alguém. Com tudo que sei, ainda sou considerado analfabetico em tecnologia da informatica (TI).
A minha filha Bárbara, graduou-se em TI na Universidade Federal Fluminense.
Mas o que quero situar são as máquinas de calcular e defender a minha HP.
Logo que formei no Conselho Nacional de Economia (CNE), como curso de pós-graduações, com aulas preferidas pelos melhores professores, inclusive da FGV – Fundação Getúlio Vargas, citando o Prof : Mario Henrique Simonal, Delfim Neto, Desse Montello, Roberto Campos, Isaac Kerstenes e outros do mesmo nível, fomos convidados para participar do Ministério da Fazenda de curso especial para manipular uma nova máquina de calcular, chamada de HP, que era a sensação do mercado financeiro mundial.
Esse curso, custeado pelo governo, era administrado pela universidade da Califórnia.
Por isso fui um dos pioneiros no Brasil a adquirir e operar uma máquina HP. Maravilha operacional, passamos a liderar operações de “open market” no mercado financeiro do Brasil.
Esse fato aconteceu em 1954 e até hoje a máquina de calcular financeira faz parte do nosso dia-dia financeiro, como se fosse um relógio.
Dei umas as minhas filhas e netas que estão ingressando em cursos superiores de economia e de administração.
A minha HP tem muitas funções, mas só uso 10% da sua capacidade de calculos, no meu diário de economista olha que eu uso intensamente nos planos de negócios que realizo com profissional consultor.
A minha HP tem lugar privilegiado na minha bagagem. É muito importante para fazer todos os calculos que preciso fazer.
A minha HP é a companheira ideal: é útil, não fala, não reclama e está sempre onde a ponho.
Querida HP eu te amo.
Rio de Janeiro, 28 de março de 2011.
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