Plinio Sales
Tem grassado nos programas de televisão no mundo inteiro, foi iniciado na Holanda, os programas de “Reality Show”, alcançando alto nível de audiência. No Rio, a Globo é campeã dos Big Brothers, apresentado pelo não menos conhecido Pedro Bial. Na verdade é um mundo de fantasias sexo maniacas de baixo valor educativo e decadência da moral comunitária, Apesar disso, está no gosto do povo. E aí temos que investigar porque o povo gosta. Qual o fundo sociológico desse comportamento.
Com esses fundamentos básicos, propuz ao escritor Jorge de Aguiar Brennand, e Filho, como produtor de programas para televisão, clonar em cima dos Bigs Brothers um programa similar, sem atores humanos. Os atores seriam “avatares”, criados um por um, para representar políticos brasileiros. Chamariamos os irmão Carusos para caricaturar os Avatares para dar idéia dos políticos na ação.
Proponho que o Primeiro Avatar Político seja o do Senado, representando a atuação dos Senhores Senadores em suas sessões políticas.
O avatar Fred poderia ser uma caricatura do Senador Sarney. O avatar SUPLI seria o do Senador Eduardo Suplicy. O RAPO poderia ser o Collor, assim por diante.
Os scripts semanais poderiam ser escritos a quatro mãos: Ziraldo, Carusos, Jô Soares, Chico Anísio e outros.
Num canto do palco-cenário se poria uma bengaleira-chapeleira, onde aconteceria constantes desentendimentos pelo uso trocado das bengalas e o de chapéus, com o exercício de bengaladas republicanas entre os senhores senadores.
Muitas situações histriônicas poderiam ser criadas, com pedidos de verificação de Quorum, pronunciamento de votos, apartes pela ordem, pedidos de licença para ir fazer xixi e outras tantas que o Jorge Brennand saberá criar.
Penso que esse projeto do Gov.Brother será sucesso por longo tempo, substituindo os CQCs- Argentino da vida.
Que tal Jorge, vamos em frente com esse poder do imaginário no Gov.Brother.
Salve a República.
Rio de Janeiro, 04 de abril de 2011
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