Plinio Sales
Noto novo supermovimento para controlar as armas na mão do cidadão, contudo, os criminosos tem incentivos para matar.
Está tudo errado. Os governos têm que fechar as fábricas de armas em todo o mundo. Como se justifica permitir a fabricação da morte.
Em vez de ficar clamando contra o uso de armas nas mãos da população, é melhor estimular cursos para treinar os cidadãos a usá-las. Tem que tirar as armas dos bandidos, pela polícia, fiscalizando as fronteiras e o contrabando de um dos negócios mais lucrativos do mundo, acho até que antes da droga. Existe até franquia de lojas de armas: “McFires”.
A arma foi utilizada para matar ou ferir alguém, penalize-se o fabricante, com pesada multa financeira. Em pouco tempo todos estarão fechados, restando a fabricação clandestina, mais fácil de combater.
Julio Cezar dizia no Parlamento Romano: “o mal não está nas estrelas, está em nós mesmos!” É o caso das armas, o mal está nos fabricantes, fáceis de localizá-los. Penalidades máximas. Não se pode admitir a SA da morte.
Bastam as guerras tribais da África que, logo... logo, o Beltrame vai uppeza-las.
Depois da morte do Engenheiro-Diplomata brasileiro no Iraque – Sérgio Bandeira de Mello, sugeri à viúva e a mãe dele, numa solenidade no Canecão, a constituição, com apoio da ONU, de uma Fundação, denominada de Fundação Sérgio Bandeira de Mello, com o objetivo de identificar, em qualquer parte do mundo, a bala assassina de uma vida humana, animal ou vegetal. Havendo uma ocorrência, a bala matou fulano de tal na África do Sul, um grupo de peritos da Fundação, do WWF ou de organização similar, através de advogados poderosos, bem remunerados, acionariam o fabricante, pedindo uma pesada indenização, tipo 100 milhões de dólares. O efeito seria de um tsunami sobre os fabricantes de armas.
O fundo SBM seria constituido por dotação da ONU, do FMI, de todas as bolsas de valores do mundo e outras entidades, além do imposto de 30% sobre o valor das vendas de armas de todos os fabricantes e dos comerciantes de armas. O capital inicial desse fundo deveria ser de US$ 200,0 milhões, com o capital para sobreviver por 5 anos e dai pra frente seria auto sustentável, no mínimo.
Esse Fundo poderia ficar subordinado a ONU, dirigido por uma autoridade humanista porém de braço firme, como o Dr. José Beltrame.
Ao cidadão só devemos capacitá-lo como ensina a Biblia: “capacitar os escolhidos”, aos criminosos só a repressão e a apreensão, acompanhado da liberação do uso e vinda da droga.
Por que no momento quem está perdido somos nós, a Bala não!
Rio de Janeiro, 12 de abril de 2011.
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