Plinio Sales
A vida é um jogo de probabilidades. Começa ao nascer, um entre milhões de espermatozóides. E com a primeira palmada se começa a chorar na vida e assim segue chorando e sorrindo. Viajamos essa grande estrada pela vida à fora.
Pra Deus está tudo certo: Ele não joga dados.
Para planejar o casamento, que deve ser a união estável de duas pessoas de sexo oposto, é preciso parar e pensar.
As modernas estatísticas demonstram que os casamentos ocorridos em virtude de encontros aleatórios, todos, sem excessão, fracassam até o 5º ano. Se permanecem juntos é por consenso obrigatório: filhos, família, igreja ou sociedade, acaba o amor.
Por outro lado, os casamentos frutificados nos consultórios de especialistas, constituidos de psicólogos e sociólogos e até religiosos (exceto padres), revelam acerto de 90% até o 15º ano. Depois disso basta se aposentar no seio da família, vivendo os fatores de prolongamento até os 50 anos de casados, que são:
1. Respeito mútuo
2. Diálogo
3. Ternura, Carinho
4. Projeto comun
5. Fidelidade
6. Tesão (mutante)
7. Dormir em quartos separados.
Com essa receita é, como diz o Zeca Pagodinho, deixa a vida nos levar. Se possível acompanhada de um bom copo de vinho tinto. As cervejas são para os mais jovens.
Seguindo os conselhos de um consultor casamenteiro, o jogo do casamento oferecerá a vitória da longa duração com felicidade.
Fuja do encontro casual no shopping, o parceiro ou parceira, poderá ser um psicopata disfarçado.
Rio de Janeiro, 22 de junho de 2011
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