Plinio Sales
Em qualquer projeto que você se envolva na vida e se pretende fazer bem, tem que antes pensar, depois planejar sua execução e depois executar. No ato de pensar, deve repensar, pelo menos 3 vezes.
Está difícil evitar o erro, por mais cuidado e atenção que aplique, de repente ele aparece. Pode ser simples ou pode ser arrazador, depende da sua relatividade. Por exemplo um pequeno choque de duas placas tectônicas, resulta no devastador Tsunami. Trocar o nome da esposa na hora “G”, também é fatal.
É preciso praticar na prática a teoria do Erro Zero. Com o cuidado de observar que o Erro Zero está longe de ser verdade. Um algarismo, na vigésima casa decimal, pode mudar o curso do universo. Basta o sol se desviar nanomicromilímetro da sua órbita para matar toda a população da Terra, ou de frio ou de calor. O zero absoluto está fora de planejamento.
Os atos impensados, carecem de planejamento, isto é o óbvio ulutante, por isso o Bill Clinton se deu mal com aquela mônica que se projetou por aquele ato de caridade: aliviar as pressões do chefe. Outros fatos se classificam como incidente, fugiram do pensamento prévio e do planejamento.
Essas consequências sempre vão existir, em qualquer nível das atividades humanas.
Se no horizonete de uma vida de 100 anos, todos os atos fossem previamente pensados e planejados, antes de ser executado, a vida seria linear, sem aventuras, sem surpresas, enfim uma merda.
É bom pensar, repensar e depois executar. Mesmo assim haverá a famosa margem de erros de todas as equações. O erro é da vida, mas errar de mais é pura incompetência.
Rio de Janeiro, 20 de junho de 2011
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