Plinio Sales
O povo é o dono do poder. Está na constituição. Ninguém pode ser ineficiente ao governar. Se fôssemos classificar a eficiência da administração, em termos de custo benefício, daríamos um redondo ZZ000 sem louvor.
Já discuti a divisão do Patrimônio Brasileiro, distribuido pelos 180 milhões de habitantes, o que daria a cada um 10 milhões de reais, quase uma mega-sena, tornando cada brasileiro um indivíduo capaz de ter a sua casa própria, seu carro, sua saúde, seus estudos e até o seu negócio próprio. É só fazer contas, como diz o Pedro Capp, ter vontade política. Enquanto essa hora não chega, proponho criar a sociedade denominada de Patrimônio Público S/A, administrada, sob regime privado, obedecendo normas coorporativas, longe dos olhos dos políticos desempregados.
Por licitação publica se contrataria, em concorrência mundial, aberta as universidades, grupos eficientes para administrar o patrimônio público, pagando bons salários, participação societária e bônus por eficiência. Essa administração, poderia ter um organograma com uma Holdine Nacional, longe de Brasília, e subsidiárias estaduais.
Para dirigente máximo sugiro contratar o Paulo Rabello de Castro que formaria uma equipe transnacional para coordenar as ações de todo o sistema, como se fosse uma grande multinacional privada, acompanhada por auditores sérios e competentes.
A essa sociedade se incorporaria todo o patrimônio público espalhados pelo Brasil inteiro: terras públicas, empresas públicas, edificações, mercadorias, estoques de produtos agrícolas e tudo mais, inclusive as ações e quotas de fundos como PIS, PASEP e outros. Seria uma empresa maior que a Petrobrás.
Os resultados seriam distribuidos aos acionistas que é o povo. Sobre os lucros pagaria impostos como qualquer empresa privada. Os funcionários seriam contratados por currículos competentes, sujeitos as CLT.
O ex-ministro e senador Francisco Dornelles, acompanhado pelo Sr. Antônio (Votorantim) poderiam apresentar um ótimo plano de trabalho a longo prazo para que o sistema fosse bem sucedido.
O Patrimônio Público é do povo. Por ele deve ser bem governado.
Rio de Janeiro, 27 de junho de 2011
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