Plinio Sales
Desde que me conheço, lembro de ler seleções. A forma de apresentar as matérias, curtas e coloquiais constituem as razões do sucesso.
As seleções fornecem culuta as mãos cheias. Você lê sobre “saúde na hora certa”, aprenda com os inventores, como fazer a Árvore Artificial do Brainbank, devemos criar o Instituto Sergio Bandeira de Mello para penalizar os fabricantes de armas, a verdade sobre as vitaminas e outras variadas importantes matérias, sem falar na seção de piadas e as de “Rir é o Melhor Remédio” e muitas outras importantes.
Você poderia fazer uma boa prova na OAB, só lendo uma coleção de Seleções.
Só uma coisa nos desagrada nas edições das Seleções é a imensa quantidade de publicidade e propaganda. Representam mais de 60% das 160 folhas de cada edição.
É uma escola de publicitários. Poderia ser o News Letters da Escola Superior de Propaganda. Afinal de contas a revista é paga e bem paga, até para os assinantes. Sou assinante, há muito tempo, até na edição americana eu aprendia o inglês do dia a dia americano.
Contudo uma avaliação criteriosa irá sugerir a Revista Seleções, como livro de cabeceira, com fundo musical da MPB, ou mesmo de música clássica romântica.
Ler seleções torna-se uma fonte agradável de adquirir conhecimentos.
Então, vale a pena!
Rio de Janeiro, 05 de junho de 2011
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