Plinio Sales
No livro Artes da Guerra, criado há milênios por um sábio chinês, encontramos estratégias e táticas de comportamento, renomadas e muito em moda nas lutas diárias que temos em nossa vida comum.
Antes de tomar uma decisão, conhecer onde os efeitos da decisão vai atingir e como se processará: é o conhecer primeiro o seu inimigo, antes de atacar!
No nosso painel do planos e, dos projetos é preciso instalar, em cada um, um sinal luminosos em 3 cores, indicando:
1) Verde – Sucesso, êxito, vitória.
2) Azul – Está andando bem, vamos continuar acompanhando, ajustando se fôr necessário.
3) Amarela – Ops! Vamos rever, alguma coisa precisa ser corrigida, abandonar o projeto.
O painel será favorável, quando mais de 50% das luzinhas estiverem verde. Será ótimo se essa marca passar dos 75%, mas meu leitor se tudo estiver amarelo, alguma cagada vem aí. Teremos que agir, para reverter a situação, ou seja conhecer o inimigo e depois atacar.
Uma boa política de ação é fazer como o General Napoleão, leitor do livrinho Chinês, é limitar seus comandados em no máximo 10. E cada um, também com 10 subordinados. E essa pirâmide se move bem. É verdade que ele perdeu a guerra, mas a culpa não foi da organização. Foi das táticas e estratégias erradas, acopladas a incompetência de alguns liderados, diante de adversidades inesperadas, demonstrando falhas no planejamento.
Em “brainstorming” com a Dani, nossa estrategista maior, acerta limitando o númedo de projetos em, no máximo dez, por cada gerente ou coordenador. No plano superior, vamos por os superintendentes que atuam em áreas comuns a vários gerentes. Cada gerente, com os seus projetos e no máximo 10 subordinados. E essa pirâmide, semelhante a da Igreja Universal do Crivella e do Macedo. Se tudo tiver ajustado e contando com um pouco de sorte e a ajuda de Deus, nosso Pastor maior, auxiliado pelo Pedro Capp, só poderemos partir para o abraço no tempo X do cronograma de ação.
E ainda conhecer o inimigo, se capacitar antes de atacar.
Insisto com o Diogo, precisamos ter o livrinho do chinês na nossa cabeceira da cama e folheá-lo todos os dias ao deitar ou ao levantar.
Alexandre, o Grande fez isso. Napoleão também, Hitler também e, agora o Obama retomou a leitura do “As artes da Guerra.” Estamos enfrentando um fato negativo, porque não conhecemos o inimigo, estamos trabalhando com intermediários , que nos dá informações do inimigo-plataforma: serão avaliadas antes do repasse. Isto é não estamos direto, olho no olho, nos soldados do outro lado: é uma falha. Vamos morrer por causa disso, lógico que não. Vamos pular os intermediários e melhorar a nossa visão do campo geral. Rever as táticas em estratégias e, novamente atacar com a força jogada para vender.
É o que ensina o livrinho. É famosa a atitude do General Dutra, quando diante de uma dúvida de estado. Dizia simplesmente: vamos consultar o “livrinho” qual era o livrinho dêle: era a constituição brasileira.
É o mesmo precedimento, vamos consultar o livrinho do chinês.
O nosso Brizolla, que também mudou de Estado físico para se transformar em energia, compondo o eter, adotava o modelo do grupo de 5 e não o do Napoleão de 10. Já o Carlos Alberto, bom estrategista, aconselha o grupo dos 7, pois acredita que é esse o número do equilíbrio dinâmico. Acho bom testar, Hein... Dani!
O que fica desse bate-papo é o da importância de não se pegar desprevenido diante de um fato adverso. Pode até acontecer, por causa da Lei de Murphy, mas jamais por falta de buscar ensinamentos aconselhador.
Vamos todos ler o “Artes da Guerra”
Rio de Janeiro, 11 de maio de 2011
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