Plinio Sales
O valor do patrimônio público da sociedade brasileira está estimado em mais ou menos 200 trilhões de reais, considerando as riquezas minerais (inclusive petróleo), vegetais, riquezas marítimas e riquezas atmosféricas, sem considerar as riquezas animais de difícil avaliação.
Se determinarmos o valor patrimonial per-capita, podemos informar que cada cidadão brasileiro é proprietário de uma cota no valor de hum milhão e seiscentos mil reais cada um.
Se a Videirainvest aprovasse na CVM-Comissão e valores mobiliários, um fundo social do patrimônio público, incorporando as cessões de direito de todos os brasileiros, esse fundo poderia lançar quotas no Brasil e no exterior no valor de US$ 200,0 trilhões de dólares.
Cada brasileiro com as suas cotas poderiam custodia-las na Caixa Econômica Federal (CEF) e levantar, pelo menos, 60% desse valor, para investir como quizesse, inclusive, aplicar no Programa da Casa Própria e em outras oportunidades.
O próprio mercado de capitais e finanças, poderia instituir um mecanismo de compra e venda de Quotas de Participação no Pratrimônio Social Brasileiro, cotando o valor desses títulos, com ágio ou deságio, conforme o humor do mercado.
Qual seria a rentabilidade desses títulos? A meta seria o crescimento do PIB, acrescido na taxa de inflação esperada. No momento seria estimada em torno de 9,0% ao ano, com margem de variação de 10% criando a faixa de 8,1% a 9,9% como campo varíavel da rentabilidade. Sob o ponto vista internacional, haveria uma forte demanda desses títulos, os quais renderiam na média 9%(nove por cento) ao ano, revelando uma desejada rentabilidade, cujos fundos precisam ser remunerados para cumprir suas obrigações previdenciárias e mutual dos planos dos associados.
Funcionaria acima do pis/pasep que percerrem o mundo no papel de espião brasileiro.
Com essa moeda de troca deixa de ser um cidadão virtual, tranformando-se cidadão milionário, podendo usar seu patrimônio, como quiser e Deus aprovar.
Rio de Janeiro, 28 de abril de 2011
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