quinta-feira, 26 de maio de 2011

A LIBERDADE DO ASSÉDIO SEXUAL

Plinio Sales

Dizer que a pratica do assédio sexual é um desvio de caráter é uma falacia. A natureza determina a relação normal do ato sexual entre o macho e a femea. Varia em genero, número e grau, entre as várias espécies, a exemplo dos coelhos, do leão, dos elefantes e a prática cuidadosa dos porcos-espinhos.

Ja li certa vez um pequeno Kama-Sutra dos animais. É muito mais rico e divertido que o mesmo livro dos humanos.

Nessas práticas sai-se bem macaquinhos, a hiena ri à toa, sem razão, só faz sexo uma vez por ano.

Se analizarmos os procedimentos social-sexo do homem e das mulheres, chegamos a conclusão de que é mais recatado. A mulher menstrua uma vez por mês, apresentando-se fértil e procria de 9 em 9 meses. O homem pode transar todos os dias e, as vezes, diversas vezes por dia. Tem outros que se programam uma vez por semana, uma vez por mês ou por ano, dependendo do fator libido. Porém, nada de anormal e discretamente feito, sem “swing” ou “suruba”, passa bem pelos critérios da censura social.

Há as distorções observadas no meio da formação de padres na carreira eclesiastica, que são proibidos ao sexo, embora a natureza, criada por Deus determine essa necessidade, e assim provoca os escandalos de pedofilia. Também entre os mulçumanos, que só permite o sexo entre o homem e a mulher, depois do casamento, gera exarcebado grau de homossexualismo, principalmente entre jovens adolescentes. A natureza não aceita desaforos, resultará em distorções.

Os exemplos das práticas transversas de Presidentes, Senadores, Diretor do FMI, divulgadas com certo escandalo pela mídia, deveriam ser solucionados num processo de lava roupa suja em casa.

Nos manuais de RH das empresas deveria constar o capítulo “lazer do sexo”. O lazer do sexo seria um departamento, dentro da própria empresa ou organização pública, constituido de homens e mulheres qualificados como “personal-sex”, pronto a atender a domicílio as demandas extemporâneas de sexo. Desse modo a Deusa, sentindo-se angustiada por falta de sexo, solicitaria um sex-delivery, escolhido em algum cardápio, como se fosse uma pizza. O sexo e a alimentação são necessidades naturais humanas do mesmo valor. A prática do sexo oral, nos exércitos, no pessoal de vigilância do tráfico, é considerada uma terapia relaxante e redutora de violências. Sei de mulheres que se masturbam no interior do taxi, em cima de fantasias imaginadas com o motorista.

Nos conventos, nos escritórios, nos Palácios de Governo, a implantação do setor “lazer do sexo”, que poderia ser patrocinado pelo Plano de Saúde, como forma preventiva de doenças, seria uma forma moderna de enfrentar o problema, aplicando normas de segurança sanitária.

Com essa prática os traumas resultantes do “assédio sexual”, seriam reduzidos a zero.

O sexo só pode ser reprimido quando for uma doença, um vicio, como o alcool ou a droga.

É preciso advogar a liberdade do ato sexual, evitando o assédio sexual.


Rio de Janeiro, 23 de maio de 2011

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