quarta-feira, 11 de maio de 2011

H2OX

Plinio Sales

A mania de acrescentar X no final da palavra está pegando. Não é nada novo. No começo do meu primeiro trabalho, lá para 1951, a técnica de marcar o custo do produto, usava-se o X para significar o zero. 130,00 era ACX,XX, sendo A=1, C=3 e X=0. Só que pela simbologia do Eike X é um multiplicador. Ele quer dizer que onde põe X ira se multiplicar.

Há pouco lançaram a água H2O2 para dar a entender se tratar de uma água super pura.

Porque não copiar (siga o Chacrinha) e lançar a água H2OX, como a fórmula de Cristo, ou do Eike, que se multiplica. É a água benta a água que cura. A água que molha e a água que nada. E dar importancia a água.

Os médicos recomendam que bebamos 3 litros de água por dia. Os mais velhos, esses sim, precisam não esquecer de beber água, como se fosse o remédio contra o Alzheymer. Nada mais fácil para curar uma dor de cabeça: é só beber água.

A água está em todos os lugares. Está no ar. Esta nos vegetais, está em todos alimentos e está no mar. É fato científico que viemos do mar, de um certo caldo de ondas, que foi a primeira sopa feita por Deus. Juntou água, sal, alguns microorganismos e lançou o pó de pirlimpipim e, eis que surgem as vidas de todos os tipos. Vemos muitos cientistas desenharem complexas teorias para explicar a origem dessa sopa que nos alimentou, nos criou, enfim nos deu vida.

A Campbell copiou (mais uma vez siga o Chacrinha) a teoria da criação e lançou suas sopas famosas que resolvem as pressas de muitas donas de casa: é só fervurar e servir. E nas sopas grande parte é água.

Nada mais correto então será lançar a água H2OX, como a “Hadox”, ou seja a multipla água da vida. O nosso próprio corpo é testemunha do que se afirma. Viemos da água e pra água retornaremos. Se deixarmos de lubrificar o corpo (composto de 81,7% de água), ele secará e seremos o esqueleto que ajuda os meninos a estudar como era o corpo humano.

A lição é beber X vezes água por dia. Beba a Hadox, mas sem cerveja ou cachaça, só no uísque Black Label.

Rio de Janeiro, 09 de maio de 2011

Nenhum comentário:

Postar um comentário