Plinio Sales
O uso doentio dos serviços da internet é tão danoso quanto o crack, o fumo ou o da cerveja.
Sou internauta convicto. Ligo-me às 2 da manhã e me desconecto às 22 horas diariamente. Vejo de tudo, principalmente os meus e-mails.
Como escritor, meu principal assessor é o Google, vindo logo atrás do wikipédia. Com esses dois tenho 90% do meu trabalho resolvido. Os outros 10% é da inspiração.
É tão mais fácil trabalhar com a criação de qualquer coisa, em qualquer arte que você pratique; pode ser religião, culinária, psicoterapia, clube de encontros, blogs de toda espécie, inclusive os meus que agora serão transformados em livros.
O mundo novo da Internet é imenso, como se fosse um universo. Já pensei interligar todos os museus do mundo em linkagem direta, de modo que sentados em nossas cadeiras, pudéssemos navegar do Louvre ao Prado. Estaríamos no melhor céu de Brigadeiro.
Podemos fazer cursos de Inglês, pós-graduação de MBA, inclusive com interação com os professores.
Fico imaginando, como será no futuro do próximos 50 anos, pois foi nesse intervalo de tempo que tudo avançou: desde o fax para o e-mail, a banda larga, os ipods, ipad e tantos outros. Volto a insistir: e daqui 50 anos?! Quem vai viver, verá!
Mas também tem os percalcos. Há o congelamento: a rede caiu, aguarde um pouco, que sempre demora.
Sou servido pela net. Aqui na Niemeyer, do lado esquerdo ela monopoliza. Do lado direito tem até os piratas com multidiversidade de serviços baratos.
Fazer o quê, é assim que funciona.
Quando tenho problema na net, recorro ao refúgio da Internet-Sheraton. Com apenas dez pratas, recebo uma senha e tenho 3 maravilhosas horas para operar. Com isso torno-me o “conectado”, porém muito feliz. Nesse período me ponho em dia.
É a minha saída salvadora. Convido vocês para ingressarem no Sheraton Club Inn com todos os serviços de um hotel 5 estrelas, seu “resort” e o belo serviço de Internet.
Rio de Janeiro, 20 de abril de 2011
Nenhum comentário:
Postar um comentário